Ensino integral avança no Paraná, mesmo sem recursos federais
Estado ampliou a rede de ensino integral, que saltou de 73 escolas, em 2019, para 412 em 2025
Enquanto o governo federal patina na definição dos recursos para a educação em tempo integral e sinaliza cortes que travam a expansão do modelo, estados começam a assumir sozinhos o custo da política.
O impacto recai diretamente sobre redes públicas que dependem de previsibilidade orçamentária para manter o aluno mais tempo na escola.
No Paraná, mesmo com a retração dos repasses federais, o estado ampliou a rede de ensino integral, que saltou de 73 escolas, em 2019, para 412, em 2025, atendendo cerca de 98.000 alunos – em 2026, a previsão é chegar a 486 escolas.
A decisão foi bancar com recursos próprios e institucionalizar o programa por lei. O Paraná saiu da 7ª posição no Ideb em 2019 para o 1º lugar em 2021 e manteve a liderança em 2023, com desempenho superior justamente nas escolas de tempo integral.
“O Paraná vai continuar tendo a educação como prioridade e queremos manter a nossa primeira colocação no quadro geral do Ideb”, diz Ratinho Junior.





