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Em delação, Cid acusa frontalmente Bolsonaro de buscar o golpe

'O então presidente sempre dava esperanças que algo fosse acontecer para convencer as Forças Armadas a concretizarem o golpe', diz Cid

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 fev 2025, 21h16 • Atualizado em 18 fev 2025, 21h20
  • A denúncia apresentada por Paulo Gonet, nesta terça, contra Jair Bolsonaro e outros sete investigados por tentativa de golpe de Estado afirma que Mauro Cid, em sua delação, “confirmou que Bolsonaro deliberadamente estimulava a expectativa da população, a fim de provocar uma ação que justificasse a intervenção das Forças Armadas”.

    Leia a íntegra da denúncia da PGR.

    “Que em relação à troca de mensagens com Aparecido Portela, o colaborador afirma que o mesmo realmente era amigo do então presidente Jair Bolsonaro e esteve por inúmeras vezes com o presidente no mês de dezembro e incentivava a realização de ações que possibilitassem a ruptura institucional. Na mensagem do dia 26 de dezembro, ao cobrar ‘se o churrasco seria feito’, Aparecido Portela estava cobrando a efetivação do golpe, pois ao dizer ‘o pessoal que colaborou com a carne’ estava se referindo a pessoas do agronegócio que contribuíram financeiramente para a mobilização e manutenção de inúmeras pessoas na frente dos quartéis. (…) o então Presidente sempre dava esperanças que algo fosse acontecer para convencer as Forças Armadas a concretizarem o golpe”, diz a delação de Cid.

    Em outro trecho, Cid afirma que o desejo de ruptura institucional “foi um dos motivos pelos quais o então presidente Jair Bolsonaro não desmobilizou as pessoas que ficavam na frente dos quartéis”.

    Mauro Cid também ressaltou a “relevante participação” de Walter Braga Netto na trama golpista. Segundo Cid, o general atuou “na incitação dos movimentos populares, afirmando ser ele ‘quem mantinha contato entre os manifestantes acampados na frente dos quarteis e o presidente da República’”.

    “Referiu-se a significativa exortação de Braga Netto, no dia 18.11.2022, a que os manifestantes mantivessem o ânimo: O colaborador recorda-se de um vídeo em que o General Braga Netto conversa com manifestantes em frente ao Quartel e afirma para os mesmos terem esperança porque ainda não havia terminado e algo iria acontecer. Sobre esse vídeo o colaborador reafirma que tanto o então Presidente Jair Bolsonaro quanto o General Braga Netto esperavam que algo pudesse acontecer para convencer as Forças Armadas a darem o golpe e por isso incentivavam a manutenção das mobilizações em frente aos quartéis”, segue a delação de Cid.

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