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Delator da Lava Jato é alvo de nova operação da PF

Agentes encontraram obras de arte roubadas do Museu Imperial no escritório do ex-presidente da Unipar Carbocloro

Por Gabriel Mascarenhas 18 jan 2017, 11h32 | Atualizado em 18 jan 2017, 14h21

A operação Antiquários, deflagrada pela Polícia Federal na manhã de hoje, esbarrou em um personagem da Lava Jato.

A PF está na rua para combater um esquema de furto de obras de arte do Museu Imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Não há mandados de prisão, apenas de buscas.

Um dos endereços onde os agentes encontraram peças roubadas é o do escritório do ex-presidente da Unipar Carbocloro Frank Geyer Abubakir, em São Paulo.

A família do executivo se notabilizou pelas cerca de 4 mil de obras de arte que mantinha na Casa Geyer, no Rio de Janeiro. O acervo completo foi doado justamente ao Museu de Petrópolis, em 1999.

E o que a PF investiga na operação Antiquários? As suspeitas de que parentes de doadores tenham furtado parte do acervo que seus antepassados deram ao museu.

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Abubakir já havia se enrolado com a Polícia no ano passado. Ele fechou um acordo de delação premiada e contou ter pago R$ 20 milhões de propina a Mario Negromonte e ao deputado José Janene, morto em 2010.

Pelo acordo, o ex-executivo da Unipar se comprometeu a devolver R$ 32 milhões de multa compensatória. Resta saber se nesse bolo estariam os itens roubados do museu fluminense.

 

Atualização: O advogado da família Geyer, Antônio Sérgio de Moraes Pitombo, escreveu para a coluna.

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“A relação da família Geyer com o Museu Imperial sempre foi pautada pela transparência e cordialidade. O reconhecimento da propriedade de objetos é um problema bilateral e a busca e apreensão só ocorreu em razão da provável falta de comunicação entre o Museu Imperial e o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, pois todo o acervo dos herdeiros sempre esteve à disposição para confrontação e análise.

A família mantem-se à disposição para auxiliar na compreensão dos fatos, e pretende tomar providências no sentido de clarificar a natureza, qualidade e titularidade dos objetos, pois sempre os herdeiros se pautaram pela boa-fé na relação com os representantes do Museu Imperial”.

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