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Defesa de Ramagem diz que não há provas contra o ex-chefe da Abin

Paulo Renato Garcia apontou indícios 'tímidos' da acusação contra o deputado federal

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 mar 2025, 11h29 • Atualizado em 25 mar 2025, 11h42
  • O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado começou há pouco, por volta de 9h48, no STF. Além dele, outros sete investigados serão julgados nesta terça. Entre eles, O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ).

    Em sua sustentação oral, que durou cerca de 15 minutos, o advogado de defesa de Ramagem, Paulo Renato Garcia Cintra Pinto, negou a participação do ex-chefe da Abin na trama golpista, e pediu que o Supremo rejeite a denúncia contra seu cliente.

    A acusação do chefe da PGR, Paulo Gonet, cita que ainda como diretor da Abin, Ramagem teria trabalhado na construção e no direcionamento das mensagens que passaram a ser difundidas por Bolsonaro para descredibilizar o processo eleitoral.

    Segundo o advogado, o que a Polícia Federal apresentou contra Ramagem em seu relatório enviado à PGR, são três arquivos de texto com indícios “tímidos” da prática de um crime extremamente grave, e que não trazem fatos novos.

    “O que a autoridade policial apresentou em seu relatório foram esses três arquivos de texto. Com todas as minhas devidas… são indícios extremamente tímidos, singelos, da prática de um crime muito grave. Da efetiva atuação do denunciado na construção de uma mensagem deletéria às urnas eletrônicas. Porque tudo o que há na denúncia, com base naquilo que foi colhido pela autoridade policial, são três arquivos de texto, e nada mais. Esses três arquivos de texto, e eu gostaria muito de ressaltar esse ponto, não trazem algo novo, algo inédito, criativo, porque, estamos falando aqui da construção da mensagem. A inicial acusatória não imputou ao Alexandre Ramagem a atitude de requintar a mensagem ou de repetir aquilo que já vinha sendo dito. Não. Imputou ao Alexandre Ramagem a construção de uma mensagem, a criação, a inovação”, disse.

    Paulo Renato também destacou que Ramagem deixou a gestão Bolsonaro em março de 2022. De acordo com o advogado, no entanto, a radicalização do discurso do clã Bolsonaro começou tão somente em julho daquele ano, quando, portanto, o ex-chefe da Abin já não fazia mais parte do governo e estava com atenções voltadas às eleições daquele ano, ocasião em que foi eleito deputado federal.

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