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Decisão do Ibama anima defensores da exploração de petróleo no Amapá

Órgão autorizou a Petrobras a limpar uma sonda que poderá ser usada na operação na Margem Equatorial

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 mar 2025, 14h44 • Atualizado em 11 mar 2025, 14h51
  • O Ibama aprovou nesta terça-feira um plano da Petrobras que determina a limpeza da sonda que será utilizada para a exploração de petróleo na Margem Equatorial, região que se estende por mais de 2.200 km ao longo da costa entre o Rio Grande do Norte e o Amapá, e que é considerada a nova fronteira exploratória do Brasil.

    Há pouco, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), se disse satisfeito com a medida. Segundo o parlamentar, a técnica equilibra “progresso e responsabilidade”.

    “Recebo com muita satisfação a notícia de que o Ibama aprovou o plano da Petrobras para a limpeza da sonda que será utilizada na perfuração na Margem Equatorial. Essa autorização é um passo importante para que a companhia obtenha a licença ambiental necessária para avançar com a atividade exploratória de forma responsável e sustentável. Sempre defendi o desenvolvimento econômico aliado à preservação ambiental, e essa conquista demonstra que é possível equilibrar progresso e responsabilidade”, disse o senador.

    A decisão do Ibama chega para animar os defensores da exploração de petróleo na região, tema que tem causado divisão até dentro do próprio governo.

    Nos últimos meses, o senador governista Randolfe Rodrigues (PT-AP) vem atuando com outros parlamentares amapaenses — incluindo Alcolumbre — para elevar a cobrança sobre o Ibama pela liberação da licença que autoriza a exploração do recurso.

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    A defesa da atividade petrolífera foi, inclusive, o estopim para o senador rachar com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, crítica à operação, e deixar a Rede Sustentabilidade para migrar para o PT, engrossando o coro do presidente Lula pela autorização para que a Petrobras comece a perfuração na costa.

     

     

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