Como entender Marina?
Sete anos após praguejar contra a 'velha política', ela negocia com os donos da casa de onde saiu batendo a porta
Em 2011, Marina Silva se desfiliou do PV e anunciou que seu movimento era a “negação do pragmatismo a qualquer preço”.
A partir então, ela ganhou musculatura.
Obteve mais de 20 milhões de votos como candidata a presidente da República e fundou a Rede, classificando os demais partidos como os representantes da “velha política”.
Mas sete anos depois de deixar o PV, tudo deu errado. E, então, o que faz Marina?
Melancolicamente, volta ao ponto de partida.
Pela sobrevivência de uma legenda que nunca vingou, agora, ela recorre ao pragmatismo absoluto e negocia uma fusão com PPS de Roberto Freire (ex-ministro de Michel Temer) e – não poderia ser mais irônico – o PV.
Seria de bom tom Marina fazer algo que detesta, ir a público para explicar o que pensa.
Há gente ávida por saber o que ela está disposta a manter vivo a qualquer custo: seu arremedo de partido ou o discurso que convenceu 20 milhões de brasileiros.






![[RELAMPAGO] PAYWALL (728 x 90 px) Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo e branco, ao lado de Você pediu, a gente ouviu! em branco. À direita, capas de revistas e um celular com tela ligada, e um ícone de árvore à esquerda.](https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-728-x-90-px.gif)
![[RELAMPAGO] PAYWALL - 328x79 Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo neon, acompanhado de um raio. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas: SUPER com um copo de milk-shake, VEJA com paisagem e MUNDO ESTRANHO com carros. Um ícone de árvore estilizada no canto superior direito](https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RELAMPAGO-PAYWALL-328x79-1.gif)