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Com Valdemar no plenário, nova senadora do PL assume reclamando do STF

Suplente de Wellington Fagundes, Rosana Martinelli diz que seu passaporte está retido no inquérito sobre atos antidemocráticos

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 jun 2024, 18h03

Com Valdemar Costa Neto no plenário, a ex-prefeita de Sinop Rosana Martinelli (PL-MT) assumiu nesta quarta-feira o mandato de senadora com um discurso contra a condução de processos no STF sobre os atos antidemocráticos que culminaram no ataque aos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. Ela é a segunda suplente de Wellington Fagundes (PL).

Rosana afirmou que ficou meses com as contas bloqueadas e que, até hoje, seu passaporte está retido por suspeitas de financiamento de atos depois das eleições de 2022 que, na avaliação do STF, pediam uma ruptura institucional que derrubasse a vitória de Lula no pleito presidencial.

No plenário, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que a ex-prefeita de Sinop chega ao Senado no momento em que parlamentares da oposição bolsonarista tentam alavancar propostas de anistia aos presos e demais investigados por participar dos ataques golpistas de 8 de janeiro. O relator desses inquéritos é o ministro Alexandre de Moraes.

“Ninguém melhor do que a senhora, porque tem lugar de fala, como gostam de dizer, e está sentindo na pele o que é ser perseguida por expressar aquilo que a senhora acredita”, afirmou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. “A senhora, de verdade, representa aqueles patriotas que estão injustiçados. Alguns tomando 17 anos de cadeia na cabeça porque quebraram uma vidraça. A gente sabe que nunca houve tentativa de golpe, e a senhora é a representação disso.”

Em seu discurso, Rosana Martinelli disse que se solidariza “com todos aqueles que tiveram seus direitos violados” e espera que o Senado “possa ajudar todos os patriotas que querem, que lutaram pela liberdade, e muitos ainda estão impossibilitados de ter essa liberdade”.

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