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Com urgência de anistia, corregedor flerta com impunidade de ‘baderneiros’

Com prazo apertado para decidir o que fazer com participantes do motim, Diego Coronel flerta com possibilidade de não punir ninguém de forma dura

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 set 2025, 13h30 • Atualizado em 19 set 2025, 13h32
  • A poucos dias do prazo final para oferecer um parecer sobre os parlamentares que ocuparam o plenário da Câmara por quase dois dias e atrapalharam a retomada dos trabalhos após o recesso parlamentar, o corregedor Diego Coronel está praticamente decidido a poupar os “baderneiros” de punições mais duras.

    A decisão dos deputados de votar e aprovar a urgência do PL da Anistia nesta semana contribui para esse desfecho de impunidade aos participantes do motim, segundo avaliação de interlocutores do parlamentar do PSD.

    Correligionários ainda tentam convencê-lo a punir uma parcela dos representados por temerem que uma blindagem integral possa repercutir mal na opinião pública.

    O martelo deve ser batido nos próximos dias, quando os prazos para que ele envie pareceres para a Mesa Diretora da Casa começam a expirar.

    Em agosto, bolsonaristas ocuparam o plenário, inviabilizando os trabalhos da Casa, em protesto contra a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.

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    Uma enxurrada de pedidos de suspensão cautelar do mandato de vários deles chegou à direção da Casa, que poderia ter optado pelo rito sumário e encaminhado as punições diretamente ao Conselho de Ética.

    A Mesa escolheu o ritmo mais lento e enviou para a Corregedoria, que sinalizou que não usaria todo o prazo para devolver os pareceres do que a direção deveria fazer com cada caso.

    Várias polêmicas ocorreram desde então, o julgamento de Bolsonaro concentrou as atenções no STF e o corregedor está prestes a usar os 45 dias para analisar os pedidos, diferente do que havia se comprometido.

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    Apesar de já estar acordado que será transformado em um texto para revisar a dosimetria das penas dos crimes cometidos pelos invasores dos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, o PL da anistia e o avanço de sua tramitação sustentam a disposição de Coronel de poupar todos os colegas que protagonizaram a rebelião bolsonarista.

     

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