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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Com o apoio do PT a Freixo, PDT e Paes articulam aliança ao governo do RJ

Caciques pedetistas terão uma reunião com o prefeito do Rio na próxima quarta para selar um acordo para as eleições deste ano

Por Lucas Vettorazzo 27 jan 2022, 19h59

O PSD de Eduardo Paes e de Gilberto Kassab e o PDT de Ciro Gomes e de Carlos Lupi estão em vias de fechar uma aliança para a eleição ao governo do estado do Rio para concorrer com a chapa liderada por Marcelo Freixo (PSB) com o apoio de Lula (PT).

Na próxima quarta-feira, dirigentes do PDT e o pré-candidato do partido ao governo Rodrigo Neves vão se reunir com o prefeito do Rio para selar um acordo sobre uma futura chapa. Também estará junto o pré-candidato do PSD ao governo, o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, que encerra seu segundo mandato na entidade na próxima terça.

Segundo um cacique do PDT disse ao Radar, a composição da chapa em si não deve sair desta reunião, que vai definir apenas que os partidos caminharão juntos até outubro que vem. Quem ocupará cada posto será definido mais adiante. Há o entendimento no PDT do Rio de que Paes é um dos principais cabos eleitorais na disputa ao governo neste ano e que os candidatos são complementares.

Ex-prefeito de Niterói, Rodrigo Neves tem entrada na região metropolitana, enquanto Paes e seu candidato são conhecidos na capital. A chapa é uma resposta ao martelo batido pelo PT de que Freixo será o candidato oficial de Lula ao governo do Rio. A famigerada “frente ampla” não decolou.

O PT já indicou que, apesar do apoio a Freixo, o ex-presidente poderá ter mais de um palanque no estado. Rodrigo Neves disse que daria palanque a Lula nas agendas em que Ciro não estiver no estado, algo que Carlos Lupi disse que o partido e seu presidenciável não se opõem. Já Paes tem uma boa relação com Lula e no ano passado os dois chegaram a se reunir, mas o plano do PSD de lançar Rodrigo Pacheco como presidente deixa incerta a possibilidade de um palanque a Lula do partido no estado.

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