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Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Marcelo Ribeiro, Nicholas Shores e Pedro Pupulim. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Com 131 cidades afetadas por chuvas e mortes, SC se prepara para o pior

Apesar de todos os estragos causados pelos alagamentos no estado, nenhum ministro de Lula decidiu acompanhar de perto o socorro aos catarinenses

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 out 2023, 06h01 • Atualizado em 10 Maio 2024, 08h42
  • Com centenas de cidades alagadas por causas das fortes chuvas que castigaram o estado nos últimos dias, Santa Catarina entrou em estágio de alerta máximo por causa do risco de deslizamentos. O estado, com muitas montanhas, já passou por grandes tragédidas provocadas pela dramática combinação de solo encharcado e as constantes chuvas.

    Esse cenário preocupante vai voltar a se repetir nesta semana, com previsão para mais dias de chuva forte nas regiões já destruídas por temporais. Milhares de famílias que moram em áreas de risco de deslizamento de terra estão sob alerta.

    Apesar dos estragos e do drama vivido no estado, o governo de Jorginho Mello ainda não recebeu suporte dos ministros do governo Lula.

    A Defesa Civil Nacional está agindo em conjunto com a Defesa Civil catarinense desde sábado, mas até esta segunda nenhum ministro do governo havia manifestado interesse de viajar ao estado para ver de perto a situação de milhares de famílias desabrigadas.

    Sem o suporte político do governo federal, Mello, que é apoiador de Jair Bolsonaro, tem sobrevoado sozinho as regiões afetadas e realizou uma grande reunião com a bancada catarinense, a Defesa Civil Nacional e a Secretaria de Articulação Nacional de Santa Catarina para conseguir o reforço federal nas ações.

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    Taió, no Vale do Itajaí, amanheceu nesta segunda com ruas inundadas, moradores ilhados e centenas de pessoas desabrigadas por conta das chuvas que atingem a região. O rio que corta a cidade chegou a 12 metros de altura e a água já atinge o segundo piso dos imóveis.

    Segundo a Defesa Civil do município, o nível da água superou o registrado na enchente de 2011, quando ocorreu a maior cheia recente da cidade. O município tem 18.300 habitantes.

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