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Centro-Oeste foi o mais beneficiado por exceções em tarifaço de Trump

Levantamento da FGV mostra que um terço das exportações da região para os Estados Unidos ficou isento da nova tarifa de 50%

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 ago 2025, 16h30 • Atualizado em 1 ago 2025, 16h32
  • O Centro-Oeste do Brasil foi o maior beneficiado proporcionalmente com a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer exceções no tarifaço imposto aos produtos brasileiros.

    Um terço das exportações (33,8%) da região para o território norte-americano ficou isento da nova tarifa de 50%. Esse resultado reflete a forte presença de commodities agroindustriais e produtos primários na lista de exceções.

    Os dados fazem parte do estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas. O levantamento é assinado por Flávio Ataliba Barreto e Thiago Freitas, ambos do Centro de Estudos para o Desenvolvimento do Nordeste da FGV IBRE.

    Na sequência, o Nordeste também apresenta um percentual elevado de isenção, de 30,3%, com destaque para estados como Maranhão, Sergipe e Bahia, cujas exportações se concentraram em setores favorecidos pela medida, como derivados de petróleo, suco de laranja e celulose.

    Apesar de o Sudeste possuir o maior volume absoluto de exportações isentas, apenas 26,3% delas se enquadram nas exceções estabelecidas por Trump.

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    Enquanto estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo foram amplamente beneficiados devido à presença de petróleo e celulose, São Paulo, com sua pauta diversificada e mais industrializada, permaneceu com boa parte das exportações expostas ao novo tarifaço.

    Em seguida, o Norte apresenta um percentual mais modesto ( 17,4%) de exportações isentas, em função de uma pauta menos alinhada aos produtos contemplados.

    No novo cenário tarifário, o Sul foi o mais prejudicado, com apenas 4% de suas exportações regionais isentas, refletindo
    a estrutura industrial da região, fortemente baseada em setores como calçados, máquinas, equipamentos e móveis — atividades intensivas em trabalho e com presença marcante de pequenas e médias empresas — que ficaram quase completamente excluídas da rodada de isenções.

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