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Carta de Barroso sacramenta acusação da PGR sobre plano de golpe

Antes de divulgar o texto, Barroso conversou com o vice-presidente do Supremo, Edson Fachin, e com o relator da trama golpista na Corte, Alexandre de Moraes

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 jul 2025, 13h02 • Atualizado em 14 jul 2025, 13h31
  • Presidente do STF, o ministro Luís Roberto Barroso divulgou, neste domingo, uma carta destinada a defender o Judiciário e reconstituir “fatos relevantes da história recente do Brasil”.

    Antes de divulgar o texto, Barroso conversou com o vice-presidente do Supremo, Edson Fachin, e com o relator da trama golpista na Corte, Alexandre de Moraes.

    Depois de dizer que a sanção anunciada por Donald Trump era “fundada em compreensão imprecisa dos fatos ocorridos no país nos últimos anos”, Barroso detalhou “fatos concretos que todos viram e viveram” no país para desmentir a teoria bolsonarista de perseguição judicial que motivou o tarifaço de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.

    A cronologia construída por Barroso começa em 2019, com a chegada de Bolsonaro ao Planalto. O ministro diz que “não foram poucas as ameaças” ao Estado Democrático de Direito.

    “1- tentativa de atentado terrorista a bomba no aeroporto de Brasília;

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    2 – tentativa de invasão da sede da Polícia Federal;

    3 – tentativa de explosão de bomba no Supremo Tribunal Federal;

    4 – acusações falsas de fraude eleitoral na eleição presidencial;

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    5 – mudança de relatório das Forças Armadas que havia concluído pela ausência de qualquer tipo de fraude nas urnas eletrônicas;

    6 – ameaças à vida e à integridade física de ministros do STF, inclusive com pedido de impeachment;

    7 – acampamentos de milhares de pessoas em portas de quarteis pedindo a deposição do presidente eleito;

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    8 – tentativa de golpe, segundo a PGR, que incluía plano para assassinar o presidente da República, o vice e um ministro do Supremo.”

    A carta de Barroso não deixa dúvidas de que houve uma trama golpista no país. “Foi necessário um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições”, diz o presidente do Supremo. “As ações penais em curso, por crimes diversos contra o Estado democrático de direito, observam estritamente o devido processo legal, com absoluta transparência em todas as fases do julgamento. Sessões públicas, transmitidas pela televisão, acompanhadas por advogados, pela imprensa e pela sociedade”, segue Barroso.

    Todos, como diz o presidente do Supremo, “viram e viveram” os fatos citados na carta. Logo, o STF, além de alertar Trump para “verdades torcidas” sobre o Judiciário e a democracia brasileira, deixa claro que o que está em julgamento no Supremo não é se houve ou não uma trama golpista, mas sim quem participou ou não da trama.

    Desde o início das investigações, Jair Bolsonaro e seus aliados insistem em negar a existência de um plano de golpe de Estado. Melhor trocar de estratégia.

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