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Brasil, Chile, Espanha, Uruguai e Colômbia fazem manifesto pela democracia

‘Erosão das instituições, discursos autoritários e desinteresse dos cidadãos’ na democracia são ‘sintomas de mal-estar profundo’, afirmam chefes de governo

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 jul 2025, 12h07 •
  • Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Gabriel Boric (Chile), Gustavo Petro (Colômbia) e Yamandú Orsi (Uruguai) e o primeiro-ministro Pedro Sánchez (Espanha) assinaram um manifesto com o título “Democracia sempre!” na véspera da reunião de que estão participando nesta segunda-feira em Santiago para discutir a defesa do multilateralismo e o combate às desigualdades e à desinformação.

    Os chefes de governo alertam para “a erosão das instituições, o avanço dos discursos autoritários impulsionados por diferentes setores políticos e o crescente desinteresse dos cidadãos” na democracia como “sintomas de um mal-estar profundo em amplos setores da sociedade”. 

    Para os cinco mandatários, o retrocesso nos direitos fundamentais, a disseminação da desinformação e de discursos de ódio em plataformas digitais e a expansão de redes criminosas desafiam a “legitimidade do Estado”.

    “Diante desse cenário, não cabe o imobilismo nem o medo”, afirmam. “Em um mundo cada vez mais polarizado, como líderes progressistas temos o dever de agir com convicção e responsabilidade frente àqueles que pretendem enfraquecer a democracia e suas instituições.”

    Lula, Boric, Petro, Orsi e Sánchez escrevem que a democracia “é frágil se não for cuidada”, e defendê-la exige a capacidade de “condenar as derivas autoritárias e, ao mesmo tempo, falar de forma positiva, propondo reformas estruturais para enfrentar a desigualdade em nossos países e no mundo”. 

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    “A história nos demonstrou repetidamente que a democracia é o melhor caminho possível para garantir a paz e a coesão social, e as oportunidades para todos. Impulsionar estratégias comuns em favor do multilateralismo, do desenvolvimento sustentável, da justiça social e dos direitos humanos é um imperativo ético e político”, declaram.

    O quinteto conclui afirmando que a “certeza compartilhada da necessidade de melhorar a resposta do Estado às demandas de nossos povos e governar com eficácia, com justiça, com direitos” é o que reúne os mandatários de Brasil, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha em Santiago nesta segunda-feira. 

    “Com democracia, sempre. E com a convicção de que defender a democracia nestes tempos difíceis não é apenas resistir e proteger, mas propor e seguir avançando. Essa é a tarefa urgente do nosso tempo”, dizem Lula, Boric, Petro, Orsi e Sánchez.

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