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Bolsonaro vai à Rússia, mas diz que não falará de Ucrânia

Em meio à escalada de tensões militares na região, viagem será para tratar estritamente da relação comercial e compra de fertilizantes, diz presidente

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 31 jan 2022, 13h19 - Publicado em 31 jan 2022, 13h05

De viagem marcada a Moscou e pressionado pelos Estados Unidos a “defender os princípios democráticos” no contexto do conflito entre Rússia e Ucrânia, o presidente Jair Bolsonaro diz que não pretende tratar do assunto durante a visita.

“Os países tiveram problemas no passado semelhantes a esse. A gente espera que tudo se resolva, com tranquilidade e harmonia, o Brasil é um país pacífico. Agora, obviamente, se esse assunto vier à pauta, será pelo presidente russo, não pela nossa parte. Queremos é cada vez mais integrar com o mundo todo na relação comercial, e poder colaborar, no que for possível, para a paz mundial”, disse Bolsonaro em entrevista à Record nesta segunda-feira.

O presidente fez questão de assinalar que a viagem tem como prioridade tratar da relação comercial com a Rússia, sobretudo da negociação de fertilizantes para o agronegócio.

A viagem presidencial, anunciada na última semana, pegou mal para Bolsonaro. Rússia e Ucrânia vivem uma escalada de tensões militares e, demonstrar apoio a Putin em um momento como esse é imperdoável do ponto de vista dos EUA e da Europa, principais parceiros comerciais além da China.

Joe Biden, presidente americano, deixou claro o incômodo que a visita causou. Questionado pela BBC News Brasil sobre a ida de Bolsonaro a Moscou, o governo dos Estados Unidos respondeu que “o Brasil tem a responsabilidade de defender os princípios democráticos e proteger a ordem baseada em regras, e reforçar esta mensagem para a Rússia em todas as oportunidades”.

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