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Bolsonaro ganha de Lula no debate da corrupção; perde no da pandemia

Os candidatos seguem despreparados para abordarem seus erros quando atacados com dados de suas gestões

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 17 out 2022, 17h03 - Publicado em 16 out 2022, 22h18

O debate da Band entre Lula e Jair Bolsonaro neste domingo mostrou que ambos os candidatos seguem despreparados para abordarem seus erros quando atacados com dados de suas gestões.

Lula perdeu de goleada o debate da corrupção. Confrontado por Bolsonaro a falar do petrolão, desviou do tema. Depois, mostrou que não há em seus planos nada concreto para evitar que a roubalheira de seus governos — dado que mais tira votos do petista nesta campanha — não se repita. “Se houve corrupção na Petrobras”, disse Lula ao tratar de um tema tão caro aos brasileiros: os desvios comprovados de bilhões de reais por empreiteiras durante os governos petistas.

Além de não reconhecer — Lula disse depois que “pode ter havido corrupção” –, o petista se lançou a defender as empreiteiras que integravam o esquema desmontado pela Lava-Jato. Para quem precisa romper o antipetismo criado justamente pela corrupção, não foi feliz a estratégia.

O petista segue sem reconhecer o passado e mostrar o que fará no futuro nesse tema. Bolsonaro surfou nesse tema e ainda levou para o estúdio da Band o ex-juiz Sergio Moro, eleito senador no Paraná, tentando criar uma clara oposição entre a roubalheira e a investigação que desmontou o esquema durante a Lava-Jato.

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Lula saiu-se melhor quando abordou o comportamento e as decisões adotadas por Bolsonaro durante a pandemia. Se Lula não sabe lidar com o passado de corrupção, Bolsonaro também perdeu muitos pontos ao examinar sua conduta na pandemia. O petista bateu em pontos importantes, como o atraso das vacinas, a falta de solidariedade do presidente com as famílias enlutadas e a conduta do presidente durante a crise.

Lula mostrou-se um candidato comprometido em evitar as crises fabricadas pelo atual governo que tanto desviaram o foco de problemas reais do país nos últimos anos. Bolsonaro não reconheceu erros durante a crise sanitária, não rebateu as duras verdades que ouviu.

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