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Associação estima quanto vai custar o fim do teletrabalho nos Correios

Com base em relatório interno da própria estatal, Adcap alerta para aumento de gastos com retorno de todos os funcionários ao trabalho presencial

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 jun 2025, 13h30 • Atualizado em 5 jun 2025, 22h14
  • A Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap) estima que o fim do regime de teletrabalho na estatal, previsto para 23 de junho, pode gerar um custo adicional de cerca de 50 milhões de reais no primeiro ano e de aproximadamente 23 milhões de reais a cada ano seguinte.

    “A alegação da empresa de que o retorno presencial gerará economia é refutada por estudos internos detalhados”, afirma a entidade. Para fazer a estimativa, a Adcap atualizou os dados de um relatório da Central de Infraestrutura dos próprios Correios divulgado em novembro de 2023.

    O fim do teletrabalho é uma das medidas que a direção da estatal anunciou sob pretexto de gerar economia de caixa e tentar reverter a trajetória deficitária dos Correios, que tiveram prejuízo de 2,6 bilhões de reais no ano passado e fecharam o primeiro trimestre de 2025 com saldo negativo de 1,7 bilhão de reais.

    Corrigindo pelo IGP-M o impacto financeiro calculado para a hipótese de extinção do teletrabalho para cerca de 500 funcionários do edifício-sede em Brasília, a associação chegou a uma estimativa de custo adicional de 11.358.578,79 reais no primeiro ano, sendo 5.602.907,12 reais em investimentos pontuais e 5.755.671,67 reais em acréscimo de custo fixo.

    Como hoje há, de acordo com a Adcap, pouco mais de 2.000 funcionários da estatal em regime de trabalho remoto, a entidade multiplicou o valor calculado para o edifício-sede por quatro, chegando a um cálculo de custo adicional de 45.434.315,16 reais com o fim do teletrabalho em todas as unidades administrativas dos Correios.

    “Como a inflação desse tipo de custeio e investimentos, como construção civil e computadores, sempre é maior que a inflação oficial, esse custo chegará a 50 milhões de reais por ano, contrariando a expectativa de economia da empresa”, afirma a associação.

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