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Alcolumbre celebra avanço em estudos sobre petróleo na Margem Equatorial

Marcada para o próximo dia 24, avaliação pré-operacional é etapa final antes de definição do Ibama sobre perfurações na região

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 ago 2025, 21h03 • Atualizado em 12 ago 2025, 21h06
  • Presidente do Senado, Davi Alcolumbre comemorou, nesta terça-feira, o avanço à última etapa de estudos necessários para a exploração de petróleo no território conhecido como Margem Equatorial, área que se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá, estado do parlamentar.

    “Recebi com grande alegria, nesta terça-feira (12), a notícia sobre o avanço nas etapas para a pesquisa exploratória de petróleo na Margem Equatorial. Foi definida a realização de um exercício de simulação, com duração estimada de três a quatro dias, para testar a capacidade de resposta das equipes. A data para a avaliação pré-operacional  provavelmente será no próximo dia 24, a depender da avaliação dos técnicos do Ibama e da Petrobras. Essa é uma vitória do Amapá e do Brasil. Um marco, resultado do empenho e do trabalho conjunto de vários atores que defendem um futuro energético sustentável para o nosso país”, disse o senador.

    Destacada por Alcolumbre, a etapa de avaliação pré-operacional é um procedimento previsto no processo de licenciamento ambiental e considerado pela Petrobras como o passo final antes da definição do Ibama sobre a perfuração de um poço exploratório em águas ultraprofundas.

    Contradição

    Segundo a Petrobras, a Margem Equatorial ganhou notoriedade nos últimos anos por ser tratada como um território promissor para a exploração de petróleo e gás.

    Descobertas recentes de petróleo nas costas da Guiana, da Guiana Francesa e do Suriname teriam mostrado o potencial exploratório da região, localizada próxima à linha do Equador.

    A exploração tem sido criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis impactos ao meio ambiente. Há também a percepção de especialistas de que se trata de uma contradição à transição energética, que preza por menos combustíveis fósseis e mais energia renovável, que emitam menos gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.

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