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A humilhação de um aposentado ao recorrer ao INSS contra fraudes

Idoso foi quatro vezes ao órgão tentar obter um extrato. Não conseguiu. Recorreu ao Procon, que denunciou o caso ao MPF, que arquivou sem fazer nada

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 Maio 2025, 12h01 • Atualizado em 12 Maio 2025, 09h47
  • Em 2024, um idoso de Mirassol d’Oeste (MT) constatou descontos indevidos em sua aposentadoria e decidiu fazer o que todo beneficiário da Previdência, vítima do esquema bilionário de fraudes descoberto no governo, faria: procurou o INSS.

    Entre agosto e novembro daquele ano, o idoso foi quatro vezes à agência do órgão na cidade pedir um simples extrato dos descontos.

    Em todas as tentativas, foi informado que o documento deveria ser solicitado exclusivamente “no canal de atendimento remoto” do órgão. Sem intimidade com o universo digital, o aposentado viu-se sem saída para barrar o esquema.

    Ele tentou então buscar a ajuda do Procon da cidade. Lá, o órgão produziu uma denúncia que foi enviada ao MPF para abertura de uma investigação. Nesse período, os descontos seguiram.

    Cobrado, o INSS respondeu ao MPF que havia atendido o aposentado “mesmo sem agendamento”, ainda que o tal “atendimento” não tenha resolvido em nada a situação da qual ele era vítima. Também informou que chegou a orientar o idoso sobre o tal aplicativo.

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    Nesta semana, o caso foi arquivado pelo MPF. Motivo: o idoso não comprovou atuação ilegal do INSS.

    O caso é simbólico, porque reforça uma verdade neste escândalo bilionário na Previdência. No Brasil, além de ser roubado, o aposentado também é humilhado pelo governo que deveria protege-lo de golpistas sindicais.

    “A utilização dos canais de atendimento disponibilizados pelo INSS, além de garantir o acesso à informação de forma rápida e segura, contribui para a desburocratização do serviço público e otimização dos recursos”, disse o MPF ao arquivar o caso.

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