A ampla dança de cadeiras no GSI de Lula
Nos últimos dias do ano, mais de trinta militares deixaram suas funções no gabinete do general Amaro
Discretamente, o GSI do general Amaro fez uma limpa nos seus quadros nos últimos dias do ano. A grande maioria dos militares que atuam no órgão são cedidos por outras repartições por um prazo determinado, o que explica, em parte, essa grande movimentação.
Um dos militares — foram pelo menos trinta dispensados —, no entanto, saiu por ter trabalhado com Walter Braga Netto durante a intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, durante o governo de Michel Temer.
Responsável pela segurança presidencial, o órgão sempre conviveu com a indiferença e a desconfiança de petistas nas gestões de Lula e Dilma Rousseff. Neste terceiro mandato do presidente, sofreu mudanças logo no início da gestão, quando o então ministro foi demitido por falhas na proteção do palácio durante o 8 de janeiro.





