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PT vai insistir com Lula no Supremo e na ONU

Parte do partido defendia que Fernando Haddad fosse oficializado candidato depois da decisão do TSE que barrou a candidatura do ex-presidente

Por Guilherme Voitch Atualizado em 3 set 2018, 18h03 - Publicado em 3 set 2018, 17h27

O PT vai insistir na candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. A defesa do petista vai entrar com dois recursos com pedidos de liminar, no âmbito eleitoral e criminal, no Supremo Tribunal Federal (STF). Ao mesmo tempo, o PT pretende “peticionar” à Organização das Nações Unidas (ONU) que a entidade se manifeste sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que barrou a candidatura do petista por causa da Lei da Ficha Limpa.

O anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira, 3, pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, em frente à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula está preso. “O presidente Lula segue na defesa da sua dignidade e do seu pleito”, disse Haddad, que afirmou esperar agilidade do Supremo na análise dos recursos. “Depende agora do STF”, ressaltou.

O ex-prefeito passou a manhã toda reunida com Lula na carceragem da PF, junto com advogados do petista. A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, impedida de visitar Lula por decisão da juíza de execuções penais Carolina Lebbos, permaneceu na sede da superintendência. Eles deixaram o prédio por volta de meio-dia sem falar com a imprensa. Voltaram após o almoço e, em uma segunda conversa, Haddad permaneceu outras duas horas com Lula. Havia a expectativa de que a candidatura do ex-prefeito pudesse ser anunciada ali mesmo, como era o desejo de parte das lideranças do partido.

Visivelmente nervoso, o ex-prefeito foi evasivo ao responder como ficaria a propaganda eleitoral petista, já que o TSE proibiu mostrar Lula como candidato. Haddad disse que ele, como candidato a vice, continuaria aparecendo e que outras decisões seriam tomadas “uma de cada vez”. “Estamos trabalhando a cada etapa com os fatos novos. Não imaginávamos que a decisão do conselho da ONU seria desrespeitada”, afirmou, fazendo referência à resolução do Comitê de Direitos Humanos da ONU que defendia a manutenção dos direitos políticos do petista.

 

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