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Morre Mestre Damasceno, lenda marajoara, aos 71 anos

Imortal da Academia Marajoara de Letras estava internado há dois meses com câncer no pulmão, fígado e rins

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 ago 2025, 12h15 • Atualizado em 26 ago 2025, 12h16
  • O cantor e compositor Damasceno Gregório dos Santos, o Mestre Damasceno, morreu aos 71 anos nesta terça-feira, 26 de agosto, data que coincide com o Dia Nacional do Carimbó, gênero ao qual se dedicou por quase 40 anos. A informação foi confirmada nas redes oficiais do artista. Damasceno estava internado em Belém, no Pará, desde 22 de junho, pouco após descobrir o diagnóstico de câncer em metástase no pulmão, fígado e rins. Ao longo dos últimos dois meses, foi também afligido por um quadro de pneumonia e insuficiência renal.

    “Figura essencial da cultura paraense e amazônica, Mestre Damasceno deixa um legado de saberes, histórias e ensinamentos que marcaram a vida de todos que tiveram a honra de conviver com ele. A família agradece as orações e manifestações de carinho recebidas nos últimos dias”, diz a nota oficial. Informações sobre o velório e sepultamento do cantor ainda serão divulgadas.

    Em resposta à perda, o Estado do Pará decretou luto oficial e o Ministério da Cultura divulgou uma nota de pesar que descreve Damasceno como ícone do Marajó e do Norte do Brasil. “Precursor do Búfalo-Bumbá e defensor incansável do carimbó, dedicou a vida à preservação das tradições amazônicas, deixando um legado de músicas, poesia e resistência cultural. Em maio deste ano, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta honraria concedida pelo Ministério da Cultura, em reconhecimento ao grandioso legado para a cultura brasileira”, relembra o texto.

    Mestre Damasceno recebeu seu primeiro título como colocador de boi-bumbá na Ilha do Marajó aos 18 anos. Nos anos seguintes, continuou a se debruçar sobre a festa tradicional da região. Começou a compor e tocar carimbó em 1986, tanto em grupos quanto sozinho. Em 2013, criou o Conjunto de Carimbó Nativos Marajoara, com quem lançou quatro discos. Nos últimos anos de vida, recebeu diversas homenagens e foi nomeado imortal na Academia Marajoara de Letras.

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