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O Som e a Fúria

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Filho de Renato Russo notifica Novo por uso indevido de ‘Que País É Este’

Giuliano Manfredini tomou atitude após ver vídeo do evento de lançamento de candidatura de Romeu Zema à presidência

Por Kelly Miyashiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 ago 2025, 19h41 • Atualizado em 18 ago 2025, 19h54
  • Giuliano Manfredini, produtor cultural e filho do cantor Renato Russo, enviou uma notificação extrajudicial ao partido Novo pelo uso não autorizado de Que País É Este, música do Legião Urbana, durante o evento oficial de lançamento de candidatura de Romeu Zema, de Minas Gerais, à presidência, no último sábado, 16 de agosto. Procurado por VEJA, o Novo disse que seu departamento jurídico ainda não recebeu a notificação até esta segunda-feira, 18.

    VEJA teve acesso ao texto da notificação enviada pela Legião Urbana Produções Artísticas, detentora dos direitos das músicas e da marca da banda comandada por Giuliano, que defende que houve violação dos direitos autorais. “Possuindo a Notificante o direito e o dever de zelar pela correta e lícita utilização da obra em destaque, e, nesse sentido, inexistindo autorização prévia, sobretudo para utilização do material com conotação política, serve a presente para que V.Sa. se abstenha de utilizar da música “Que País é Este” em publicações futuras, no Instagram ou em qualquer outra plataforma, tudo sem prejuízo da adoção das medidas cabíveis relativamente à utilização indevida acima mencionada, a qual justifica a presente intervenção extrajudicial”, diz o documento, assinado pelo advogado Leonardo Guerzoni Furtado de Oliveira.

    Filho de Renato Russo pediu para que Zema e o partido deixem de usar a canção que faz uma crítica à sociedade capitalista que ignora a pobreza persistente no Brasil e à corrupção política. Ainda segundo o produtor, o partido não solicitou o uso da música, mas o pedido seria negado de qualquer maneira, por não se alinhar com o mesmo posicionamento político de Zema e do Novo.

    “Mais uma vez a extrema direita insulta a obra do meu pai, a memória dele, e faz uma afronta aos direitos autorais. “Ultimamente, a música tem sido usada pela extrema direita, que usa de forma ilegal várias obras que não condizem com os valores perpetrados por nós. Quem tem feito isso, os únicos que têm atentado contra o direito autoral, são da extrema direita.”, disse o produtor à Folha. “Nós temos o mesmo posicionamento que o meu pai tinha, principalmente com relação ao uso político por parte da extrema direita, porque é uma música contra a extrema direita, contra a ditadura. Não faz sentido aprovar o uso por parte dessa extrema direita, especificamente, que não condiz com os valores da obra dele”, completou.

    No evento de sábado, Zema se lançou como opção na próxima eleição presidencial, fez críticas a Lula, ao PT e ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

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