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Por Felipe Branco Cruz
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10 discos clássicos que completam 50 anos em 2023

O ano de 1973 foi prolífico em bons lançamentos com álbuns inesquecíveis de Elton John a Marvin Gaye

Por Felipe Branco Cruz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 24 fev 2023, 13h02 - Publicado em 24 fev 2023, 09h00

O ano de 1973 foi repleto de bons lançamentos musicais que vão desde o álbum de estreia de Bruce Springsteen ao clássico do Pink Floyd, Dark Side of The Moon. O ano teve também soberbos álbuns como Good Bye Yellow Brick Road, de Elton John, e Let’s Get It On, Marvin Gaye. A seguir, relembre os trabalhos que completam cinco décadas em 2023.

Dark Side of The Moon, Pink Floyd

Um dos álbuns mais emblemáticos do rock, lançado em 1 de março, The Dark Side of The Moon, do Pink Floyd, também se tornou um dos mais influentes da história, inspirando bandas que vão de Tame Impala a Radiohead. Sua capa com um prisma também marcou uma geração. Com uma qualidade técnica acima do normal, o disco contou com vários elementos, além dos instrumentos musicais, como barulhos de caixas registradoras em Money ou de relógios em Time.

Greetings From Asbury Park, N.J., Bruce Springsteen

Lançado em 5 de janeiro, o primeiro álbum de Bruce Springsteen marcou a carreira do The Boss e foi considerado por diversas publicações como um dos melhores álbuns de estreia da história. O disco estabeleceu tom das canções de Springsteen ao falar sobre a classe trabalhadora.

Goodbye Yellow Brick Road, Elton John

O segundo álbum de Elton John, lançado em 5 de outubro de 1973, foi um marco na carreira do músico por trazer canções clássicas como a canção título, Bennie And The Jets e Candle in The Wind, que em 1997 foi adaptada para Goodbye Englands Rose em homenagem à princesa Diana.

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Houses Of The Holy, Led Zeppelin

Lançado em 28 de março, o álbum que traz uma enigmática capa com crianças subindo a Calçada dos Gigantes, na Irlanda do Norte, marcou uma mudança de estilos no Led Zeppelin. O rock pesado continuava lá, mas a banda também passeava por folk e, principalmente, pelo reggae.

Aladdin Sane, David Bowie

Primeiro álbum de David Bowie lançado após o imenso sucesso de The Rise and Fall Of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars, Aladdin Sane, que chegou às lojas em 13 de abril, traz na capa a histórica maquiagem como raio vermelho do cantor. Do álbum, vale o destaque para as faixas Jean Genie e Cracke Actor.

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Let’s Get It On, Marvin Gaye

Lançando em 28 de agosto, Let’s Get It On chega às lojas dois anos após o clássico What’s Going On. Desta vez, em vez de falar sobre temas sociais, Marvin Gaye falou sobre sexo e amor, um clássico do soul.

Quadrophenia, The Who

Depois do icônico Tommy, o The Who lançou em 19 de outubro outra ópera-rock, o Quadrophenia, sobre um personagem que sofre de personalidade quádrupla, cada uma delas associada a um integrantes da banda. Trata-se de um dos discos mais ambiciosos e inovadores do grupo. O trabalho era tão elaborado que os shows ao vivo não deram certo, com problemas nas faixas de apoio que substituíam alguns instrumentos usados no álbum.

Band On The Run, Paul McCartney and Wings

Lançado em 5 de dezembr, um dos discos mais famosos do Wings, a banda formada por Paul McCartney após a saída dos Beatles, começou a ser gestado na Nigéria, quando Paul se mudou com a banda para gravar em lugar exótico e diferente. No país, ele conheceu o músico Fela Kuti e se encantou com os ritmos do país. Várias faixas foram gravadas no lugar, mas um assaltante levou todas as fitas, que depois precisaram ser regravadas. Apesar da visita ao país, as composições não tiveram nenhuma influência da música africana.

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Innervisions, Stevie Wonder

Em 16º álbum de estúdio, lançado em 3 de agosto, Stevie Wonder deixou as baladas românticas para focar em canções com letras com temas mais sociais. Nelas, Wonder faz críticas que vão desde o presidente Richard Nixon até o racismo do país.

Black Sabbath, Sabbath Bloody Sabbath

Depois de um período de bloqueio criativo de Tony Iommi, o Black Sabbath finalmente conseguiu lançar o álbum em 1 de dezembro, que eles haviam começado a gravar no ano anterior. O disco é até hoje considerado um dos melhores da banda e um dos mais pesados de todos os tempos.

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