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Nova York em 72 horas: 12 programas para viver a cidade ao máximo

Para quem quer conhecer a essência da cidade, mas tem pouco tempo, a coluna montou um roteiro que une clássicos e novidades imperdíveis

Por Sofia Cerqueira 27 out 2026, 09h28 | Atualizado em 27 out 2026, 10h23
Nova York em 72 horas: 12 programas para viver a cidade ao máximo Priorize VEJA no Google

Nova York é daqueles lugares que você olha para o lado e surgiu uma novidade. Pisca o olho e mais uma atração foi lançada. Mesmo em tempos de recessão ou de custo de vida elevado – como agora –, a cidade sempre surpreende. Um dos maiores centros de finanças, moda, arte e entretenimento do mundo, a “Big Apple” oferece a seus visitantes uma cultura globalizada. Para se ter uma ideia, ali estão presentes mais de 200 idiomas, o que a torna ainda um dos locais mais multiculturais do planeta. Mas o que fazer diante de tanta diversidade e de tantas atrações ficando pouco tempo nesta efervescente metrópole?

Central Park: com 3,4 quilômetros quadrados em meio à Manhattan, é parada obrigatória para quem visita a cidade
Central Park: com 3,4 quilômetros quadrados em meio à Manhattan, é parada obrigatória para quem visita a cidade (Sofia Cerqueira/VEJA)

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Para facilitar a vida do viajante, a coluna montou uma seleção de programas para fazer em apenas 72 horas em Nova York. Um roteiro que tive a chance de experimentar, em meados de setembro, quando me hospedei na cidade com o apoio da Booking.com – uma das principais empresas no mundo de reservas de hotéis, aluguel de temporada, voos e outros serviços de turismo. Durante a minha temporada em solo nova-iorquino, ainda contei com uma parceria com o NYC Tourism (organização privada que promove o turismo nos cinco distritos da cidade).

Summit: misto de observatório e experiência imersiva com três andares e uma vista espetacular da cidade
Summit: misto de observatório e experiência imersiva com três andares e uma vista espetacular da cidade (Sofia Cerqueira/VEJA)
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Com mais de 100 pontos turísticos de grande relevância global, entre dezenas de museus consagrados, parques, mirantes e monumentos históricos, Nova York oferece opções suficientes para preencher — e muito — uma viagem de apenas três dias. A seleção a seguir reúne endereços e experiências que ajudam a entender a dimensão da cidade, combinando atrações clássicas e novidades que merecem entrar no roteiro. Afinal, em Nova York, 72 horas podem render muito, mas sempre deixam aquele gostinho de quero mais e um bom motivo para voltar.

 

Confira a seguir a seleção de 12 atrações para fazer em 72 horas em Nova York:

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The Vessel: inaugurado em 2019, o prédio voltou a permitir visitas em seu interior há dois anos
The Vessel: inaugurado em 2019, o prédio voltou a permitir visitas em seu interior há dois anos (Sofia Cerqueira/VEJA)

1-VESSEL

No coração de Hudson Yards, em Manhattan, o Vessel chama a atenção pela arquitetura inusitada: uma espécie de colmeia gigante de aço revestido por placas de bronze, projetada pelo britânico Thomas Heatherwick e inaugurada em 2019. Com 45 metros de altura, o monumento reúne 154 lances de escadas, 80 plataformas e cerca de 2.500 degraus, formando uma espécie de “praça vertical” que convida o visitante a explorar diferentes ângulos da estrutura e as vistas para o Rio Hudson. Fechado por mais de três anos após incidentes de segurança, o Vessel foi reaberto com novas redes de proteção nos andares superiores e voltou a oferecer a experiência de subida autoguiada — com ingresso a partir de cerca de US$ 14 —, além de um elevador panorâmico para pessoas com mobilidade reduzida. A estrutura, cujas principais peças de aço foram fabricadas na Itália, também ganhou o apelido de “escadaria para lugar nenhum” e se tornou um dos pontos mais fotogênicos de Hudson Yards, especialmente no fim do dia, quando o pôr do sol se reflete no Hudson. Site: https://www.vesselnyc.com/

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PEdge NYC: plataforma de observação ao ar livre mais alta do Hemisfério Ocidental, sendo boa parte dela ao ar livre
Edge NYC: plataforma de observação ao ar livre mais alta do Hemisfério Ocidental (Sofia Cerqueira/VEJA)

2-EDGE NYC

A 345 metros de altura, no 100º andar do edifício 30 Hudson Yards, o Edge é a plataforma de observação ao ar livre mais alta do Hemisfério Ocidental — e uma das experiências mais vertiginosas de Nova York. Inaugurado em março de 2020, o mirante avança cerca de 20 metros para fora da fachada e parece flutuar sobre Manhattan, com enormes placas de vidro inclinadas para o exterior e um trecho do piso completamente transparente, que revela a cidade dezenas de andares abaixo. O acesso, pago e com ingressos a partir de US$ 42, começa com uma subida de apenas 52 segundos do 4º ao 100º andar, acompanhada por projeções digitais no elevador. Lá em cima, a localização no extremo oeste de Manhattan proporciona uma perspectiva privilegiada de cartões-postais como o Empire State Building e o One World Trade Center. Para quem busca ainda mais adrenalina, o complexo oferece o City Climb, experiência que permite escalar a parte externa da torre, acima do próprio mirante. Site: https://www.edgenyc.com/pt/

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Jardim interno do The Frick Collection: o museu está instalado na antiga mansão do magnata do aço Henry Clay Frick
Jardim interno do The Frick Collection: o museu está instalado na antiga mansão do magnata do aço Henry Clay Frick (Sofia Cerqueira/VEJA)

3-THE FRICK COLLECTION

Em plena Quinta Avenida, diante do Central Park, o The Frick Collection oferece uma experiência diferente dos grandes museus de Nova York: instalado na antiga mansão do magnata do aço Henry Clay Frick, o espaço preserva o caráter intimista de uma residência da Gilded Age, com obras-primas de artistas como Vermeer, Rembrandt, Goya, Bellini e Turner distribuídas pelos ambientes originais, entre móveis, lareiras e detalhes arquitetônicos. Construída em 1914 para abrigar a coleção particular de Frick, a mansão transformou-se em museu público em 1935 e passou recentemente por uma ampla renovação, que abriu pela primeira vez ao público o segundo andar, onde ficavam os aposentos privados da família. Entre os destaques está o Garden Court, antigo acesso para carruagens convertido em um elegante pátio interno com jardim, colunas de mármore e esculturas. A visita custa US$ 30 para adultos, mas há tarifas reduzidas e, às quartas-feiras à tarde, funciona no sistema “pague quanto quiser”; para preservar a atmosfera residencial, as obras não têm etiquetas nas paredes e a entrada é permitida apenas a visitantes a partir de 10 anos. Detalhe: só são permitidas fotos em seus jardins internos. Site: https://www.frick.org/visit

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Parte interna do Museu Guggenheim: seu acervo conta com obras dos principais nomes da arte moderna
Parte interna do Museu Guggenheim: seu acervo conta com obras dos principais nomes da arte moderna (Sofia Cerqueira/VEJA)

4-GUGGENHEIM MUSEUM

Na Quinta Avenida, em frente ao Central Park, o Museu Guggenheim é daquelas atrações em que a arquitetura disputa protagonismo com a arte. Projetado por Frank Lloyd Wright e inaugurado em 1959, o edifício se impõe pela forma espiralada, que rompe com o modelo tradicional de museu: em vez de uma sucessão de salas, uma longa rampa conduz o visitante ao redor de um amplo átrio iluminado por uma claraboia. No percurso, estão obras de alguns dos principais nomes da arte moderna, com destaque para a expressiva coleção de Wassily Kandinsky, além de trabalhos de Picasso, Van Gogh, Chagall e outros mestres. O projeto de Wright, que causou estranhamento quando foi aberto ao público, acabou se tornando um dos símbolos arquitetônicos de Nova York e, desde 2019, integra a lista de Patrimônio Mundial da Unesco. Site: https://www.guggenheim.org/

Transcendence: sala principal do Summit, com a experiência imersiva com espelhos do chão ao teto
Transcendence: sala principal do Summit, com a experiência imersiva de espelhos do chão ao teto (Sofia Cerqueira/VEJA)

5-SUMMIT ONE VANDERBILT

O SUMMIT One Vanderbilt transforma o tradicional passeio a um mirante em uma experiência que combina arte, arquitetura e efeitos ópticos a 427 metros de altura. Inaugurado em 2021, o observatório ocupa os andares 91 a 93 do arranha-céu conectado à Grand Central Terminal e chama atenção pelas salas revestidas de vidro e espelhos, que criam uma espécie de labirinto de reflexos com vistas privilegiadas para o Empire State Building, o Chrysler Building e o Central Park. O circuito inclui ainda os ambientes imersivos Transcendence (sala com espelhos) e Affinity (local cheio de esferas prateadas), a plataforma envidraçada Levitation e, mediante ingresso adicional, o Ascent, um elevador externo que percorre a fachada do edifício. No topo, o Après completa a experiência com bar, café e vista panorâmica de Manhattan. Como boa parte do percurso tem pisos espelhados, vale deixar saias e vestidos de lado e optar por roupas confortáveis — além de levar óculos escuros (o local também fornece o acessório de graça), já que a luminosidade dos reflexos pode ser intensa. Site: https://summitov.com/pt/

Museu da Broadway: além de cenários, figurinos e curiosidades, o espaço tem a proposta de contar a história dos musicais em Nova York, como Hair
Museu da Broadway: além de cenários, figurinos e curiosidades, o espaço tem a proposta de contar a história dos musicais em Nova York, como Hair (Sofia Cerqueira/VEJA)

6-THE MUSEUM OF BROADWAY

O The Museum of Broadway é o primeiro museu permanente de Nova York dedicado a contar a história, os bastidores e os personagens que ajudaram a transformar a Broadway em um dos maiores símbolos culturais da cidade. Inaugurado em 2022, o espaço, localizado a poucos passos da Times Square, leva o visitante a fazer uma viagem cronológica pelos mais de dois séculos do teatro nova-iorquino, com um acervo de mais de 1 000 peças, entre figurinos, adereços, fotografias e objetos de cena. A experiência passa por musicais que marcaram época, como O Mágico de Oz, O Fantasma da Ópera, Wicked e Hamilton, e também revela o trabalho menos visível por trás das cortinas, de cenógrafos e iluminadores a figurinistas, coreógrafos e técnicos. Entre os destaques está ainda um lustre de cristal desmontado de O Fantasma da Ópera, espetáculo que permaneceu em cartaz por 35 anos na Broadway. Site: https://www.themuseumofbroadway.com/

MoMA: o acervo de arte moderna e contemporânea reúne mais de 200 000 obras
MoMA: o acervo de arte moderna e contemporânea reúne mais de 200 000 obras (Sofia Cerqueira/VEJA)

7-THE MUSEUM OF MODERN ART (MoMA)

O MoMA é uma das instituições mais importantes do mundo dedicadas à arte moderna e contemporânea e reúne um acervo de mais de 200 000 obras. Fundado em 1929, o museu abriga trabalhos de nomes como Vincent van Gogh, Pablo Picasso, Salvador Dalí, Frida Kahlo e Andy Warhol, incluindo a célebre A Noite Estrelada, de Van Gogh. A coleção vai além da pintura e da escultura e contempla fotografia, cinema, arquitetura, design e mídias digitais, distribuídos pelos seis andares do edifício. Para quem visita Nova York, é uma parada especialmente relevante para entender como movimentos e artistas dos séculos XIX e XX ajudaram a redefinir a arte. A visita pode ser feita por conta própria ou acompanhada de recursos digitais e conversas conduzidas por educadores, que ajudam a contextualizar obras e exposições. Ao final, vale ainda conhecer a MoMA Design Store, conhecida pela seleção de livros, objetos e peças de design inspiradas no universo do museu. O ingresso para adultos custa US$ 30. Site: https://www.moma.org/

Rockefeller Center: o complexo conta com 19 edifícios em estilo Art Déco no coração de Manhattan
Rockefeller Center: o complexo conta com 19 edifícios em estilo Art Déco no coração de Manhattan (Sofia Cerqueira/VEJA)

8-TOUR VIP NO ROCKEFELLER CENTER

O Rockefeller Center é um dos grandes símbolos de Nova York e ganha uma perspectiva diferente no VIP Rock Pass, tour de cerca de duas horas que revela áreas normalmente fechadas ao público. O passeio começa em um lounge privativo e percorre jardins suspensos, espaços históricos e detalhes da arquitetura Art Déco do complexo, que reúne 19 edifícios no coração de Midtown e foi idealizado por John D. Rockefeller Jr. durante a Grande Depressão. O roteiro inclui ainda acesso prioritário ao Top of the Rock, o observatório com vista panorâmica para Manhattan, além do The Beam, experiência que recria a célebre fotografia de 1932 dos trabalhadores almoçando sobre uma viga suspensa, e do Skylift, plataforma de vidro que se eleva acima do edifício. Para fechar, há um brinde no bar panorâmico — uma maneira mais exclusiva de conhecer um dos conjuntos arquitetônicos mais emblemáticos da cidade. Com grupos reduzidos, o passeio tem uma proposta mais intimista e permite explorar detalhes do complexo que passam despercebidos em uma visita convencional. No período natalino, a experiência ganha ainda um roteiro especial, com acesso a um ponto reservado para admirar de perto a famosa árvore de Natal do Rockefeller Center. Há tours vips em português. Site: https://www.rockefellercenter.com/buy-tickets/vip/choose-quantity

Central Park: o oásis verde, retratado em inúmeros filmes, é um dos programas gratuitos e imperdíveis para quem visita a cidade
Central Park: o oásis verde, retratado em inúmeros filmes, é um dos programas gratuitos e imperdíveis para quem visita Nova York (Sofia Cerqueira/VEJA)

9-CENTRAL PARK

O Central Park é uma daquelas atrações que não podem ficar de fora de um roteiro por Nova York, mesmo para quem tem pouco tempo na cidade. Com cerca de 341 hectares, o parque é um verdadeiro oásis verde em meio aos arranha-céus de Manhattan e pode ser visitado gratuitamente. Criado a partir do projeto dos paisagistas Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux, em meados do século XIX, reúne lagos, bosques, gramados e caminhos que escondem a paisagem urbana e criam a sensação de estar longe da metrópole. Entre os pontos mais emblemáticos estão a Bethesda Terrace and Fountain, a Bow Bridge, o Belvedere Castle e o The Mall — cenários que também ajudaram a transformar o parque em um dos lugares mais reconhecíveis de Nova York. Mesmo com poucas horas disponíveis, vale reservar um tempo para caminhar por alguns desses cartões-postais. O Central Park também é um dos cenários mais recorrentes do cinema e da TV, tendo servido de locação para centenas de produções, de Esqueceram de Mim 2 a Os Caça-Fantasmas.

Little Island: uma das atrações recentes de Nova York, o local concentra 132 estruturas que lembram enormes tulipas
Little Island: uma das atrações recentes de Nova York, o local concentra 132 estruturas que lembram enormes tulipas (Sofia Cerqueira/VEJA)

10-LITTLE ISLAND

Inaugurado em 2021, o Little Island é uma das atrações mais recentes de Nova York e merece entrar no roteiro mesmo de quem tem pouco tempo na cidade. Construído sobre o Rio Hudson, no antigo Pier 54, o parque público chama atenção pela arquitetura futurista assinada pelo britânico Thomas Heatherwick: 280 estacas de concreto sustentam 132 estruturas em forma de enormes tulipas, que criam uma paisagem ondulada e inesperada sobre a água. Em seus cerca de 9.700 metros quadrados, há mais de 400 espécies de plantas, caminhos, mirantes e um anfiteatro ao ar livre, o The Amph, onde são realizados espetáculos e apresentações. A entrada é gratuita e, além de proporcionar uma perspectiva diferente de Manhattan e do Hudson, o espaço se tornou um dos novos cartões-postais da cidade. Site: https://littleisland.org/

Ponte do Brooklyn: com 1,8 quilômetro, a estrutura fica aberta 24 horas por dia, sete dias por semana
Ponte do Brooklyn: com 1,8 quilômetro, a estrutura fica aberta 24 horas por dia, sete dias por semana (Sofia Cerqueira/VEJA)

 

11-PONTE DO BROOKLYN

A Brooklyn Bridge é daquelas atrações que podem ser visitadas mesmo quando o tempo é curto — e o melhor: de graça. Inaugurada em 1883, depois de 14 anos de obras marcadas por acidentes e dificuldades, a ponte foi projetada pelo engenheiro John A. Roebling e se tornou um marco da engenharia ao conectar Manhattan ao então independente Brooklyn. Com suas imponentes torres de pedra em estilo neogótico e a trama de cabos de aço, a estrutura se estende por cerca de 1,8 quilômetro sobre o East River, com um vão central de 486 metros. A passarela elevada, compartilhada por pedestres e ciclistas, pode ser percorrida em cerca de 30 a 45 minutos, mas vale reservar mais tempo para admirar o skyline de Manhattan e tirar fotos. A travessia não exige ingresso e pode ser feita a qualquer hora; para aproveitar melhor a paisagem, o sentido Brooklyn–Manhattan é o mais indicado.

Grand Central Terminal: maior estação do mundo em número de plataformas (44), o local se transformou em um cartão-postal da cidade
Grand Central Terminal: maior estação do mundo em número de plataformas (44), o local se transformou em um cartão-postal da cidade (Sofia Cerqueira/VEJA)

12-GRAND CENTRAL TERMINAL

No coração de Midtown Manhattan, a Grand Central Terminal é muito mais do que uma estação de trem: é um dos grandes cartões-postais arquitetônicos de Nova York. Inaugurado em 1913, o monumental edifício em estilo Beaux-Arts ocupa cerca de 49 hectares e abriga 44 plataformas e 67 vias em dois níveis subterrâneos. O ponto alto da visita é o Main Concourse, dominado pelo famoso teto abobadado azul-esverdeado, decorado com constelações douradas — vistas, curiosamente, de uma perspectiva invertida — e pelo relógio de quatro faces de opalina sobre o balcão de informações. Vale ainda procurar a Whispering Gallery, onde a acústica das abóbadas permite que um sussurro seja ouvido do outro lado, e observar o movimento frenético de passageiros que atravessam diariamente o terminal. A construção chegou a correr risco de demolição nos anos 1970, mas uma campanha de preservação ajudou a garantir sua permanência. Hoje, além de importante polo de transporte, a Grand Central é uma atração turística gratuita e um cenário recorrente do cinema e da televisão.

 

* A colunista contou com o apoio da Booking.com, uma das principais empresas do mundo de reservas de hotéis, aluguel de temporada, voos e outros serviços de turismo. Conta com escritórios em cerca de 70 países e um site disponível em 45 idiomas. A plataforma reúne 31 milhões de anúncios de casas, apartamentos, vilas, hotéis e resorts em mais de 175 000 destinos em 220 países e territórios.

Siga também no Instagram o perfil @omundodesofia_cerqueira Com o olhar cultivado em redações por mais de 30 anos, convido você a viajar pelo mundo, por aqui. Nesse amplo e diversificado roteiro, cabem um destino encantador, uma suíte especial, uma experiência única, uma curiosidade do setor e tudo mais que possa instigar quem está de malas prontas ou sonha em pôr o pé na estrada.

 

 

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