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Matheus Leitão

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Blog de notícias exclusivas e opinião nas áreas de política, direitos humanos e meio ambiente. Jornalista desde 2000, Matheus Leitão é vencedor de prêmios como Esso e Vladimir Herzog

Mauro Cid aliviou para alguns e foi duro com outros

Colaborador para tentar salvar a si e a seus familiares de uma pena de muitos anos, o militar fez uma acusação forte contra o general Braga Netto

Por Matheus Leitão 9 jun 2025, 19h36 • Atualizado em 10 jun 2025, 00h01
  • O tenente-coronel Mauro Cid, o delator falastrão da trama golpista bolsonarista, foi duro com alguns dos réus, mas tentou aliviar para outros em vários momentos nesta segunda, 9, primeiro dia de fato de julgamento deste que é o mais importante processo do Supremo Tribunal Federal desde a redemocratização.

    Colaborador para tentar salvar a si e a seus familiares de uma pena de muitos anos, o militar fez uma acusação forte contra o general Braga Netto: a de que o colega de farda entregou a ele o dinheiro para operações criminosas contra o estado de direito no Brasil.

    Em relação ao principal acusado do caso (Jair Bolsonaro), contudo, Mauro Cid tentou aliviar algumas vezes.

    A principal delas foi quando respondeu ao advogado do ex-presidente que nunca ouviu algo sobre a preparação do 8/1.

    O tenente-coronel ainda disse que o comando do Exercito deu apoio tácito aos manifestantes golpistas que acamparam em frente ao quartéis do Exército.

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    Aliás, no geral, é espantoso como se falava de forma livre dentro das Forças Armadas sobre golpe de estado.

    O pior de tudo é que Mauro Cid conta barbaridades e depois afirma que o Exército é legalista, e que se houvesse uma ordem de Bolsonaro não haveria uma quebra da ordem democrática.

    Isso não é possível. Ou uma coisa ou outra, senhor tenente-coronel.

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    Mauro Cid estava muito bem orientado por seu advogado. Por isso, respondeu várias vezes usando a expressão “não lembro, não recordo”.

    Além de Braga Netto, o tenente-coronel implicou seriamente o almirante Almir Garnier, classificando-o como duplamente radical contra a democracia brasileira. Ou seja, um golpista de carteirinha.

    Respondendo ao advogado do general Augusto Heleno, Mauro Cid foi diferente. Afirmou que não viu o general envolvido em nenhuma ação operacional.

    E assim foi se revezando entre a dureza com alguns e o alívio para outros.

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