“O fotógrafo não fotografa para si, mas para os leitores ausentes, para os olhos que estão distantes. Tenho responsabilidade de levar aquela imagem às pessoas que estão longe da cena que estou tendo o privilégio de registrar” (Orlando Brito, maior fotojornalista da história de Brasília, explicando porque amava tanto o ofício ao qual se dedicou por seis décadas. Ele faleceu nesta sexta-feira, 11, e deixa uma filha, Carolina, e dois netos, Theo e Thomas. Abaixo, o único registro para o país, em 1977, do Congresso Nacional fechado, ainda durante o governo Ernesto Geisel, na ditadura. O plenário, Brito e sua lente, um segurança e o vazio – a democracia aviltada)






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