“O senador me disse assim: ‘Eu te ajudo e você me ajuda’. Estava desempregada. Meu salário era mais de 14 000, mas topei receber apenas 1 350 reais. A única orientação era para que eu não dissesse para ninguém que tinha sido contratada no Senado” (Marina Ramos Brito dos Santos, diarista, contando sobre a existência de um esquema de rachadinha no gabinete do presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Casa, Davi Alcolumbre)





