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Matheus Leitão

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Blog de notícias exclusivas e opinião nas áreas de política, direitos humanos e meio ambiente. Jornalista desde 2000, Matheus Leitão é vencedor de prêmios como Esso e Vladimir Herzog
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A incoerência de Lula no encontro com Nicolás Maduro

Entenda

Por Matheus Leitão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 29 Maio 2023, 17h58 - Publicado em 29 Maio 2023, 17h16

Lula tentou encontrar um novo tom para falar de Nicolás Maduro, o líder do regime chavista que persegue e tortura opositores. Mas acabou errando de novo quando o assunto é o país vizinho.

Uma pena! 

É preciso coerência em tudo na vida, especialmente na política.

Mesmo que tenha dito que o Brasil não vai virar a Venezuela ou Cuba – tentando rebater as repetidas falácias ditas pela extrema direita brasileira -, Lula deu uma péssima bola fora após encontrar Maduro.

“O preconceito continua, ainda. O preconceito contra a Venezuela é muito grande. Quantas críticas a gente sofreu aqui durante a campanha por ser amigo da Venezuela.” 

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A palavra utilizada nunca poderia ser preconceito. 

Será que o presidente brasileiro – que, com razão, é um ávido crítico da ditadura militar brasileira – esqueceu o que acontece na Venezuela?

Como a coluna mostrou, os dados e os relatos derrubam qualquer dúvida sobre o caráter ditatorial do regime chavista, assim como os atos do seu companheiro Maduro.

É evidente que o discurso do presidente, nesta segunda, 29, está diminuindo os horrores cometidos pelo governo daquele país. Quem já pisou na Venezuela, como Lula, sabe que eles ocorrem. 

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Ademais, não estamos falando de qualquer coisa, mas sim de violações de direitos humanos cometidas por agentes do Estado. Mesmo assim, Lula questionou os jornalistas no dia anterior ao início da cúpula de líderes da América do Sul, no Brasil. “Quantos anos vocês passaram ouvindo dizer que o Maduro era um homem mau?”

Até para a política interna brasileira não é bom que o presidente mantenha esse discurso. Assim, ele apenas instiga a polarização com extremistas que ele tanto critica, como Jair Bolsonaro e seus destruidores de palácios.

Talvez seja isso o que ele quer.

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