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Marcos Emílio Gomes A coluna trata de desigualdade, com destaque para casos em que as prioridades na defesa dos mais ricos e mais fortes acabam abrigadas na legislação, na prática dos tribunais e nas tradições culturais
Sobrecarga no SUS, operadoras saudáveis, clientes empobrecidos e mercado com ofertas de baixo custo marcam o cenário brasileiro em plena pandemia
Em novo capítulo do desencontrado combate à covid, a vacinação é tão lenta, incerta e contaminada pela polarização política que não se sabe se dará certo
Carta da elite econômica não inclui a disposição de rever também a distribuição dos custos para salvar o país
Sem negros, sem pobres, sem respeito aos mortos e aos riscos, os atos do domingo exibem contornos de selvageria de classe
O maior problema brasileiro não tem abordagens razoáveis. Quem o reconhece, ignora o tamanho do cofre, o funcionamento da economia ou o jogo democrático
Na escassez de imunizantes, depois dos grupos de alto risco, a lógica indica que o controle da pandemia se faz com a proteção de quem mais precisa circular
O marketing eleitoral no combate à pobreza elimina qualquer oportunidade de reduzi-la
Os aumentos empurram mais usuários para o SUS, que tem mais demanda e menos dinheiro
Os verdadeiros invisíveis em planos contra efeito da pandemia são bancos, agronegócio, especuladores, bilionários e funcionários públicos com altos salários
Com os pobres no fim da fila, processo de imunização vai ampliar diferenças entre países, aumentar lucros dos laboratórios e acirrar o preconceito
Presidente e ministro sabiam pelo menos desde segunda-feira que os estoques dos hospitais eram insuficientes. Só agiram três dias depois
A posse do novo presidente americano é um marco para a democracia nos EUA e um alívio para o mundo, mas há pouco além disso a comemorar no Brasil
Com pacote de maldades fiscais e marketing duvidoso, o governador não tem mais o moinho de vento do PT para atacar e se atrapalha com os próprios cadarços
Sem auxílio emergencial nem ampliação dos programas sociais, população pobre terá mais peso na economia do que parece perceber o ministro
Relatório do ministro do Surpreso Tribunal Funeral Luciano Alberto Martins, em sessão do dia 03 de janeiro de 2021
A economia, o cansaço da população e a boataria estão na raiz da nova onda da Covid-19. Mas não dá para esperar 2021 para reforçar as medidas anticontágio
O que o ministro deixou de dizer na sua entrevista é mais significativo do que o que falou: o governo tem medo de liberar as vacinas emergencialmente
Diante da porta de saída, presidente americano quer ser lembrado por combater a pandemia. Aqui, ministro alcança o "pior cenário" previsto por antecessor
O discurso bonito contra a desigualdade é incompatível com a exploração televisiva da pobreza. E esse é apenas um dos problemas do apresentador candidato
Com Bolsonaro, o Brasil chega ao fundo do poço após uma guerra vencida pela discriminação e pela desigualdade
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