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A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Terremoto de magnitude 6,8 atinge Leste da Rússia

Não há relatos de vítimas, até o momento, segundo Serviço Geológico dos EUA

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 ago 2025, 11h19 •
  • Um terremoto de magnitude 6,8 atingiu o extremo leste da Rússia, neste domingo, 3, segundo informações do Serviço Geológico dos EUA (USGS, na sigla original). Até o momento, não há registros de feridos. O epicentro do tremor ocorreu nas Ilhas Curilas. A população estimada atingida é de 5.000 pessoas.

    Ainda segundo o Serviço Geológico dos EUA, “pouco ou nenhum deslizamento é esperado, mas podem ter ocorrido em áreas altamente suscetíveis”. “O número de pessoas que vivem perto de áreas que poderiam ter produzido deslizamentos de terra neste terremoto é baixo, mas danos causados por deslizamentos de terra ou fatalidades ainda são possíveis em áreas altamente suscetíveis. Esta não é uma estimativa direta de fatalidades ou perdas por deslizamento de terra”, informou o instituto, que descartou tsunami nas proximidades costeiras.

    Tensão desde a última semana

    Esse é o segundo terremoto registrado na região em menos de uma semana. Na quarta-feira, 30, uma intensa magnitude registrou 8,8 na escola Richter. Países como Rússia, Japão e Estados Unidos alertaram para possível tsunami, mas não ocorreu, apesar de danos menores terem sido registrados. Esse foi o maior tremor desde 2011, quando mais de 16 mil pessoas morreram no Japão e milhares ficaram feridas.

    De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, “logo após detectar o grande terremoto, um conjunto abrangente de ferramentas de monitoramento e avaliação foi disponibilizado para avaliar seu impacto e orientar os esforços de resposta a emergências em todo o mundo. Essas ferramentas científicas, desenvolvidas ao longo de anos de pesquisa e colaboração internacional, fornecem informações essenciais nas horas e dias cruciais após grandes eventos sísmicos”.

    Cientistas do Centro Nacional de Informações Sísmicas do Serviço Geológico dos Estados Unidos modelaram a extensão e o momento da ruptura. Como o terremoto ocorreu a uma profundidade rasa de 12 milhas em uma fronteira de placa de subducção, ele causou o movimento vertical do fundo do mar, deslocando a água e gerando uma ameaça de tsunami em toda a Bacia do Pacífico. O terremoto também causou fortes tremores locais. Os dados da Rede Sismográfica Global, operada pelo USGS e pela Fundação Nacional de Ciências, foram essenciais para estimar com rapidez e precisão o tamanho e a extensão da ruptura do terremoto na remota região de Kamchatka, Rússia.

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