Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90
Imagem Blog

Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Quase metade dos apostadores coloca dinheiro em bets ilegais, diz pesquisa

Levantamento do Instituto Locomotiva com o IBJR mostra também que a maioria dos entrevistados (78%) tem dificuldade em checar a legalidade da plataforma

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 jun 2025, 07h00 •
  • Quase metade (46%) dos brasileiros que têm o hábito de fazer apostas online já colocou dinheiro em bets ilegais. O dado é fruto de uma pesquisa do Instituto Locomotiva em parceria com o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), que também revelou que 78% dos apostadores têm dificuldade em compreender quanto uma plataforma é legalizada e quando não é. Quase o mesmo número de entrevistados (72%) afirmou à pesquisa que não consegue fazer essa checagem antes de fazer uma aposta.

    O Ministério da Fazenda, por meio da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), já baixou uma dezena de portarias regulamentando a atividade das casas de apostas. Desde o final do ano passado, quando as normativas da pasta entraram em vigor, milhares de bets irregulares foram tiradas do ar à força, por meio de operações que envolveram a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Polícia Federal (PF). Mesmo assim, apesar do esforço regulatório, o mercado das bets ilegais continua operante.

    A pesquisa do IBJR e do Locomotiva divulgada nesta quinta, 12, colocou diante dos entrevistados uma lista com mais de sessenta estabelecimentos ilegais, em desacordo com as normas da SPA. Quase um terço (73%) disse que já fez apostas com eles. Os principais elementos identificados pelos apostadores como indícios de que esses sites não eram lícitos foram a falta de exigência de reconhecimento facial e a possibilidade de usar cartão de crédito ou criptomoedas para fazer apostas.

    CPI das Bets

    Nesta quinta, a CPI das Bets rejeitou o relatório final apresentado pela relatora, senadora Soraya Thoricke (Podemos-MS), por 4 a 3. O texto dela propunha o indiciamento de várias personalidades e influenciadores, como Virginia Fonseca, por conta das propagandas que fizeram de casas de apostas. A ideia da parlamentar era que essas pessoas fossem indiciadas pelo crime de estelionato — se o relatório passasse, a conclusão do trabalho da CPI iria para as mãos da Polícia, que poderia abrir inquérito. Soraya disse que, apesar da derrota, vai levar o trabalho da CPI às instâncias competentes.

    Em contrapartida, no final de maio, o Senado aprovou um projeto de lei que proíbe influenciadores digitais de fazerem propagandas de casas de aposta. A Casa aprovou um substitutivo do senador Carlos Portinho (PL-RJ) e mira, principalmente, o ramo dos esportes. O texto que passou na casa permite que as bets continuem patrocinando times de futebol, mas com uma série de restrições.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).