Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90
Imagem Blog

Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Polícia encontra geóloga gaúcha desaparecida há quase um mês em SP

Priscila Schmitt estava hospedada em um hotel no bairro dos Jardins, na zona sul de São Paulo, e não aparentava sinais de violência

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 set 2025, 14h39 • Atualizado em 3 set 2025, 14h58
  • A Polícia Civil de São Paulo encontrou, após quase trinta dias sem contato com a família, a geóloga gaúcha Priscila Schmitt. Ela estava desaparecida desde o começo de agosto na capital paulista, depois de ter relatado o furto de seu aparelho celular.

    Segundo a delegada Ivalda Aleixo, atual diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, a geóloga foi encontrada nesta terça-feira, 2, em um hotel no qual estava hospedada, no bairro dos Jardins, na zona sul da cidade. “Não há qualquer sinal de violência atual ou anterior”, disse a VEJA.

    A família de Priscila fez uma campanha nas redes sociais para encontrá-la. Segundo o relato de parentes, ela não fazia contato desde o dia 8 de agosto, quando havia retornado ao Brasil. A família registrou o desaparecimento dela e o caso estava sendo investigado pelo DHPP de São Paulo.

    Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) disse que Priscila “foi localizada nesta terça-feira, 2,e já entrou em contato com a família”. “Comunicamos que a Priscila Schmitt foi encontrada e está bem! A família agradece a ajuda, o apoio, as orações e o carinho de todos”, escreveu uma tia da geóloga nas redes sociais.

    Continua após a publicidade
    Priscila é natural da cidade de Estrela, no interior do Rio Grande do Sul, a pouco mais de cem quilômetros da capital Porto Alegre. Ela tem quarenta anos de idade e vivia na Nova Zelândia, local em que trabalhava. Uma das questões que despertaram a preocupação da família foi o relato de que ela teria, supostamente, sido vítima de um furto de celular e, por isso, estava sem o seu aparelho telefônico.
    Entre o dia do último contato (8 de agosto) e a data em que a geóloga foi encontrada se passaram 24 dias. Como ela não apresentou sinais de ter sofrido qualquer agressão e, a princípio, não há vestígio de crime, o inquérito que foi aberto no DHPP deve ser arquivado.
    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).