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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

PL vai ao MPF contra gasto do governo Lula com show em Paris

Oposição afirma que licitação deveria ter sido feita para contratar apresentação musical que custou R$ 168 mil

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 jun 2025, 17h13 •
  • A vice-liderança do PL na Câmara dos Deputados entrou com pedido junto ao Ministério Público Federal (MPF) para que se apure suposto ato de improbidade administrativa contra o Ministério da Cultura por contratar a cantora Roberta Sá para apresentação em jantar promovido pelo governo francês com participação do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

    De acordo com o pedido encaminhado pelo deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS),  a contratação ocorreu “por meio de inexigibilidade de licitação, com valor total de 168 mil reais, conforme publicação no Diário Oficial da União de 4 de junho de 2025. A justificativa apresentada pelo ministério foi a de que o valor corresponde ao chamado ‘cachê colado’, o qual abrange honorários da artista, custos com deslocamento, estadia, alimentação e equipe técnica”.

    Para o parlamentar, em que pese a relevância e importância diplomática das relações entre os dois países, “a contratação levanta questionamentos quanto ao rigor na gestão orçamentária, priorização de despesas e compliance com os princípios administrativos constitucionais”.

    A oposição cita que o jantar foi promovido pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e não há, até o momento, motivos para que o governo brasileiro custeasse a contratação de quase 170 mil reais para a artista brasileira se apresentar no encontro.

    “A contratação ora questionada, se realizada sem análise técnica rigorosa sobre sua necessidade e compatibilidade com o interesse público, pode ser interpretada como: malbaratamento de recursos públicos, ao destinar verba da União para fins culturais indiretos, sem mensuração de resultado prático ou institucional; desvio de finalidade administrativa, ao empregar recursos do orçamento cultural em evento diplomático de outro governo; afronta à moralidade administrativa, pelo custo elevado e pela ausência de critérios objetivos na escolha da artista e na justificativa de custo-benefício”, disse em outro trecho do documento.  O pedido do PL está em análise na Procuradoria-Geral da República (PGR).

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