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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

PF mira 565 estabelecimentos comerciais para coibir segurança clandestina

Operação ocorre desde 2017 e, até hoje, 26 pessoas foram presas em flagrante e quase 50 armas de fogo apreendidas

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 out 2025, 12h34 •
  • Quase 600 agentes da Polícia Federal (PF) realizam nesta quinta-feira, 9, a Operação Segurança Legal IX, que visa fiscalizar 565 estabelecimentos em todas as capitais estaduais brasileiras na tentativa de combater atuação de empresas clandestinas que atuam com segurança privada sem autorização.

    Entre os alvos da fiscalização estão casas noturnas, comércios e condomínios, por exemplo. “A iniciativa tem por objetivo coibir a atuação ilegal no setor, garantindo maior segurança à sociedade e o cumprimento da legislação que regula a atividade de segurança privada no Brasil”,  informou a PF, por meio de nota divulgada no final da manhã desta quinta.

    A operação para combater irregularidades no setor ocorre desde 2017. “A contratação de segurança privada clandestina representa um grave risco à segurança pública. Serviços dessa natureza colocam em perigo a integridade física das pessoas e o patrimônio dos contratantes, uma vez que os chamados “seguranças” não são submetidos ao controle da Polícia Federal — responsável por verificar antecedentes criminais, formação profissional e aptidão física e psicológica dos vigilantes”, informou em outro trecho da publicação.

    Dados da operação desta quinta ainda não foram divulgados. Em anos anteriores, apenas em 2020 não houve fiscalização por causa da pandemia de covid-19. Desde 2017, 46 armas de fogo foram apreendidas — o maior número de apreensões ocorreu em 2019, quando 19 objetos do tipo foram encontrados por agentes da PF em duas operações. Ao menos 26 pessoas foram presas em flagrante desde o começo da fiscalização há quase uma década.

    “Além disso, as empresas que atuam de forma irregular não cumprem os requisitos legais mínimos de funcionamento e fiscalização. No Brasil, apenas empresas de segurança privada devidamente autorizadas pela Polícia Federal podem prestar esse tipo de serviço e contratar vigilantes, garantindo que a atividade seja exercida dentro dos padrões de legalidade, segurança e responsabilidade”, informou a PF. Desde 2017, 3.258 estabelecimentos foram fiscalizados. Destes, 1.176 foram encerrados por algum tipo de irregularidade.

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