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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Pesquisa: como o eleitor do país vê polícia ‘linha-dura’ de Tarcísio em SP

Levantamento foi feito pelo instituto Paraná Pesquisas com brasileiros de todos os estados e do DF

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 jan 2025, 07h45 • Atualizado em 14 jan 2025, 11h30
  • A maioria do eleitorado brasileiro aprova a política “linha-dura” que o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) adota na segurança pública, segundo levantamento feito entre os dias 7 e 10 de janeiro pelo instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta terça-feira, 14.

    De acordo com a pesquisa, 53,1% aprovam a política, enquanto 25,7% a desaprovam e 21,2% não souberam ou não quiseram responder. O levantamento foi feito com 2.018 eleitores de 164 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. A pergunta feita foi: “De uma maneira geral, o(a) sr.(a) diria que aprova ou desaprova a política linha-dura do governador Tarcísio de Freitas para a Polícia Militar do Estado de São Paulo?”.

    O apoio a uma suposta linha-dura adotada por Tarcísio é maior na Região Sudeste, com 60,4% de aprovação — depois, aparecem Sul (50,2%), Norte/Centro-Oeste (48,5%) e Nordeste (46,1%). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

    A questão da segurança pública vem crescendo de importância no debate eleitoral nos últimos anos e, certamente, será pauta na eleição presidencial de 2026. Tarcísio é cogitado como um potencial candidato ao Palácio do Planalto caso o seu padrinho político, o ex-presidente Jair Bolsonaro, de quem foi ministro, não consiga reverter a condição de inelegível decretada pela Justiça.

    Tarcísio indicou para o posto de secretário da Segurança Pública o deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP), um ex-comandante da Rota, a tropa de elite da Polícia Militar, defensor do enfrentamento mais duro com os criminosos.

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    O governo, no entanto, enfrentou muitas críticas no fim do ano passado por causa de comportamentos da PM que foram considerados autoritários e violentos e que causou a indignação de parte da sociedade e a reação de órgãos de controle e de líderes políticos. Entre os episódios estavam a morte de um estudante de medicina e o vídeo que mostra um policial militar jogando um homem de cima de uma ponte. Tarcísio reagiu e disse que todos os policiais envolvidos seriam investigados e, se for o caso, punidos. Parte dos agentes já foi afastada do policiamento ostensivo.

    Mais violenta

    Quando questionados se acham a PM de São Paulo mais violenta do que a de outros estados, 33,8% disseram que sim, enquanto 26,2% afirmaram que ela é tão violenta quanto a de outros estados e 26,1% responderam que não acham que os policiais paulistas são mais violentos — outros 13,9% não souberam ou não responderam.

    Segundo o Ministério da Justiça, que reúne dados fornecidos pelos estados, São Paulo não tem a maior letalidade policial. Quando se leva em consideração a taxa de mortos por 100.000 habitantes, o estado é apenas o longínquo 15º colocado, com 1,79 — os campeões são Amapá (17,64) e Bahia (10,86), segundo dados de janeiro a outubro de 2024.

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