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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O ‘tratoraço’ de Lula no reduto eleitoral de Zema e da direita

Em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, petista chamou o ex-presidente do Congresso Rodrigo Pacheco (PSD-MG) de 'futuro governador'

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 jun 2025, 18h01 •
  • O segundo maior colégio eleitoral do país virou, definitivamente, palco antecipado da campanha presidencial do ano que vem. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva,  em uma tentativa de diminuir o apoio popular aos políticos de centro-direita em Minas Gerais, está no estado mais uma vez nesta quinta-feira, 12 — é a oitava vez neste terceiro mandato. Hoje, ele entregou 318 tratores para 301 municípios mineiros. “Com esta iniciativa, apoiamos quem produz no campo, impulsionamos a agropecuária e melhoramos a vida dos nossos agricultores”, disse o petista. Romeu Zema (Novo), que figura entre os nomes para uma possível candidatura nacional no ano que vem, não participou do evento.

    Ao lado de seu aliado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o petista chamou o ex-presidente do Congresso Nacional de “futuro governador” duas vezes. De acordo com pesquisas do instituto Paraná Pesquisas publicadas nos últimos meses, apenas Pacheco teria alguma chance de derrotar a direita mineira nas urnas — para governador ou senador. “Futuro governador, futuro governador, imagine uma coisa: você acha que é normal a Petrobras entregar o gás a 37 reais e ele chegar para esse pobres consumidores a 140 reais? Alguém está ganhando dinheiro no meio”, disse o petista em mais uma tentativa de se esquivar da alto dos preços. 

    Em Minas Gerais, o PT coleciona derrotas vexatórias. Em 2022, o maior partido da esquerda brasileira não teve candidatos ao governo e ao Senado Federal — situação que nunca havia ocorrido. O partido de Lula governou o Estado entre 2015 e 2018, quando Fernando Pimentel rompeu a bolha tucana até então comandada por Aécio Neves e Antonio Anastasia. No entanto, Pimentel também entrou para história ao não conseguir ir ao segundo turno quando disputava a reeleição. Na ocasião, em 2018, venceu o então desconhecido Zema.

    O cenário para o Senado é ainda pior. Desde 1986, quando disputou o Legislativo pela primeira vez, o PT nunca conseguiu emplacar um senador por Minas Gerais. O mais próximo ocorreu em 1990, quando Patrus Ananias terminou em segundo lugar.

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