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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

No STF, Moraes interroga Jair Bolsonaro sobre tentativa de golpe

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Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jun 2025, 20h19 • Atualizado em 10 jun 2025, 20h20
  • O ex-presidente de Jair Bolsonaro se sentou diante do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para ser interrogado sobre a suposta tentativa que fez de dar um golpe de estado e permanecer no poder depois da derrota nas urnas em 2022. Bolsonaro respondeu a todas as perguntas que lhe foram feitas e adotou um tom mais brando, chegando a pedir desculpas para Moraes e para outros ministros por ter dito, no passado, que eles receberam milhões de reais para prejudicá-lo nas eleições. O ex-presidente admitiu que não tinha provas das suas afirmações.

    Em outro trecho do seu interrogatório, Bolsonaro confirmou mais uma vez, agora na frente de Alexandre de Moraes, que estudou alternativas, segundo ele, dentro da Constituição para reverter sua derrota nas urnas.

    Quando foi questionado sobre a minuta do golpe, o ex-presidente disse que nunca teve acesso ao documento e tentou inocentar Filipe Martins, que é réu em outra ação do caso do golpe. No seu acordo de delação e depois no interrogatório, Mauro Cid disse que Bolsonaro editou o documento para deixar apenas a prisão de Moraes.

    Em determinado momento, Bolsonaro chegou a brincar com Moraes, dizendo que pretendia convidá-lo a ser seu vice em 2026. Mesmo inelegível, ele pretende registrar sua candidatura pelo PL e fazer campanha na pendência de recursos judiciais.

    Bolsonaro confirmou que esteve reunido com o hacker Walter Delgatti e com a deputada federal Carla Zambelli, caso que foi revelado por VEJA. Os dois foram condenados no STF por invadir os sistemas do CNJ. Segundo as investigações, eles pretendiam mostrar a Bolsonaro que as urnas não são confiáveis. O ex-presidente negou que isso tenha sido falado durante o encontro que teve com os dois.

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    Já no final, quando estava sendo interrogado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, Bolsonaro negou ter qualquer responsabilidade sobre os ataques do 8 de janeiro e disse que o episódio não foi uma tentativa de golpe de estado.

    O interrogatório do ex-presidente era um dos mais aguardados do caso do golpe de estado. Depois dele, o ex-ministro Paulo Sergio Oliveira e o seu antigo candidato a vice, general Braga Netto, também foram interrogados por Alexandre de Moraes, o que encerra essa etapa processual de escutar a versão dos réus. No entanto, ainda tem chão até o veredicto final do caso. Podem haver diligências e provas complementares. E tanto defesa quanto acusação terão espaço para alegações finais.

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