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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

MP questiona investigação da polícia sobre expedição de Pablo Marçal

Coach e ex-presidenciável que levou 33 pessoas ao Pico dos Marins é acusado de tentativa de homicídio

Por Sérgio Quintella Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 dez 2022, 09h46 • Atualizado em 2 dez 2022, 12h33
  • A promotora Renata Galhardo Zaros, do Ministério Público de Piquete (SP), questionou o relatório final da Polícia Civil sobre a atuação do coach Pablo Marçal em uma expedição feita em janeiro deste ano ao Pico dos Marins. Na ocasião, 33 pessoas foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros, após o grupo enfrentar tempestades e ventos de 100 quilômetros por hora, e Marçal foi acusado de expor todas a risco.

    Há duas semanas, o delegado Francisco Sannini Neto concluiu o inquérito, sem indiciar nenhum dos participantes do evento, alegando que cada um foi por sua conta e risco.

    Para a promotoria, no entanto, a investigação foi prematura e ineficaz. “Ora, num universo de dezenas de pessoas que se embrenharam rumo ao Pico dos Marins em período vedado, o delegado se contentou com a oitiva apenas das testemunhas escolhidas a dedo pelo averiguado Pablo Marçal”, afirma Zaros, se referindo a pessoas que trabalham em uma empresa que tem justamente o coach como “mentor”. “(Os depoimentos) beiram inclusive o crime de falso testemunho, que igualmente merece ser apurado.”

    Pablo Marçal
    O coach e ex-presidenciável Pablo Marçal (Pros) durante expedição a montanha em Piquete (SP) (Reprodução/Reprodução)

    Agora, a promotora pede o retorno do processo à delegacia de Piquete para que mais pessoas possam ser ouvidas.

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    Primeiro candidato a presidente pelo Pros, Marçal se lançou postulante a deputado federal e obteve 243.000 votos nas eleições deste ano. Apesar do número expressivo, ele não poderá assumir uma cadeira na Câmara porque sua candidatura foi indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral. O motivo foram desavenças com a legenda à qual é filiado, que não disponibilizou o registro para o TSE.

     

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