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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Moraes dá 5 dias para PGR avaliar pedido de prisão de Eduardo Bolsonaro

Pedido foi feito pelas lideranças do PT e do PSOL, Lindbergh Farias e Talíria Petrone, no caso em que o Zero Três foi denunciado por obstrução processual

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 out 2025, 14h39 •
  • O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes abriu prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) opine sobre o pedido de prisão que líderes do PT e do PSOL apresentaram contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos com o risco de ter seu mandato cassado.

    O pedido foi apresentado no caso em que o filho Zero Três do ex-presidente Jair Bolsonaro foi denunciado criminalmente, ao lado do influenciador Paulo Figueiredo, pela tentativa de obstruir o andamento do caso do golpe de estado por meio de sanções internacionais a autoridades brasileiras. Moraes determinou nesta semana a citação do deputado por edital, o que fez com que o prazo de defesa dele já começasse a correr.

    Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ) pediram ao STF que, além de decretar a prisão preventiva de Eduardo, também sejam cortados os subsídios que ele recebe da Câmara e determinado que a Casa aprecie imediatamente o seu pedido de cassação, que já foi encaminhado do Conselho de Ética.

    Na sexta-feira da semana passada, 26, foi escolhido o deputado Delegado Marcelo Freitas (União Brasil-MT) como relator da representação contra o Zero Três no Conselho de Ética da Câmara. Além de ser bolsonarista, o parlamentar escolhido já disse ser abertamente a favor da anistia tanto para os radicais do 8 de janeiro quanto para os líderes da trama golpista.

    Eduardo foi denunciado criminalmente pela PGR ao lado de Figueiredo por atuar em prol de sanções contra autoridades brasileiras. O deputado sempre afirmou que a imposição da Lei Magnitsky contra Moraes e sua esposa, o cancelamento de vistos de autoridades nacionais e o próprio tarifaço foram eventos com as suas digitais. Figueiredo já é réu no STF em uma das ações da trama golpista. Ele foi acusado de disseminar informações, por meio dos seus canais, que fortaleceram a tentativa de golpe.

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