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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Moraes compara núcleo golpista a criminosos da série ‘La Casa de Papel’

Ministro fez referência à série da Netflix ao falar da forma como seis militares se comunicavam usando codinomes de países

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 Maio 2025, 19h37 • Atualizado em 20 Maio 2025, 19h53
  • O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, comparou o modus operandi da tentativa de golpe de estado do dia 8 de janeiro de 2023 com a série La Casa de Papel, um sucesso global da Netflix, durante o julgamento dos doze integrantes do terceiro núcleo da denúncia feita pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que ocorreu nesta terça-feira, 20.

    Veja o vídeo abaixo.

     

    “A operação Copa 22 estava prevista no Plano Punhal Verde e Amarelo e envolveu pelo menos seis militares, com modus operandi de que os envolvidos tivessem suas identidades sob sigilo (…). Cada integrante do grupo recebeu um codinome de um país, um pouco no estilo La Casa de Papel (…). Em Casa de Papel eram cidades, aqui eles são países, mas qualquer semelhança é mera coincidência”, disse o ministro com expressão de riso no rosto.

    Elenco de 'La Casa de Papel'
    Elenco de ‘La Casa de Papel’ (Reprodução/Netflix)
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    Alemanha, Argentina, Áustria, Brasil e Gana eram cinco dos nomes-disfarces utilizados, de acordo com Moraes.

    O ministro ainda explicou que a comunicação dos militares era feita por meio do aplicativo de mensagens Signal — que também é usado pelo Exército Brasileiro. Havia grupo criado por eles no qual apenas os codinomes eram utilizados.

    Relator do caso no Supremo, Moraes ressaltou que a denúncia oferecida pela PGR contra o chamado “Núcleo 3” descreveu a mobilização de militares contra o sistema eleitoral e ações que contribuíram para criar um ambiente político e institucional favorável à tentativa de golpe de estado.

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    Primeiro a votar, Moraes decidiu tornar réus dez dos doze denunciados, rejeitando a denúncia contra o coronel da reserva Cleverson Ney Magalhães e o general Nilton Diniz Rodrigues porque, segundo o ministro, a acusação apenas citava seus nomes, sem atribuir a eles condutas específicas ou provas de participação em reuniões golpistas.

    O entendimento do relator então foi seguido por unanimidade pelos demais ministros da Primeira Turma: Flávio Dino, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Luiz Fux.

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