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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Mesmo com proibição de Motta, bolsonaristas pretendem manter reuniões

Com reuniões de comissão canceladas, aliados de Bolsonaro estudam outras formas de realizar encontros para viabilizar mobilização anti-STF

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jul 2025, 17h43 •
  • Mesmo com a proibição do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), de que sejam realizadas reuniões de comissão na Casa durante o recesso parlamentar, aliados de Jair Bolsonaro pretendem manter a mobilização anunciada na segunda-feira, 21.

    Comandados pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), deputados da legenda e de outros partidos de oposição decidiram criar três comissões informais para discutir ações de “resposta política” ao que classificam como “decisões abusivas e arbitrárias” do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente.

    Segundo parlamentares ouvidos por VEJA, a ideia é que, com a proibição de Motta, essas comissões próprias se reúnam em gabinetes dos deputados integrantes ou em outros lugares ainda a serem definidos. A liderança do PL tem acompanhado de perto as tratativas e, segundo interlocutores, o objetivo é não criar ainda mais desgastes com a presidência da Casa que possam vir a inviabilizar a mobilização pretendida.

    Em ato publicado nesta terça-feira, 22, o presidente da Câmara decidiu barrar a realização de reuniões de comissões até 1º de agosto como forma de travar a empreitada bolsonarista que vinha usando a Casa como quartel-general das ações contra o Supremo e o ministro Alexandre de Moraes.

    Mesmo com o recesso, dois colegiados presididos por deputados do PL haviam convocado reuniões deliberativas para esta terça com moções de apoio político a Bolsonaro na pauta. Embora os encontros tenham sido cancelados após a decisão de Motta, parlamentares que estavam na Comissão de Segurança acabaram fazendo uma coletiva informal. O líder da bancada, Sóstenes Cavalcante, classificou a decisão como “censura”. “A censura chegou com a caneta do ministro Alexandre de Moraes. E a censura continua hoje com uma medida ilegal, antirregimental”, afirmou.

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    Comissões

    São três as comissões informais anunciadas por aliados de Bolsonaro — a maioria, parlamentares do PL. A primeira, sob comando do deputado Gustavo Gayer (PL-GO), ficará encarregada de determinar e executar as estratégias de comunicação de parlamentares bolsonaristas; a segunda, comandada pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), será responsável pela mobilização interna na Câmara e no Senado; e, por fim, a terceira, coordenada por Rodolfo Nogueira (PL-MS) e Zé Trovão (PL-SC), tratará da mobilização nacional do partido, o que inclui a organização de protestos Brasil a dentro.

    ‘Reaja, Brasil!”

    Como parte dessa última frente, o grupo planeja uma grande ação em 3 de agosto, um domingo, com protestos previstos em várias cidades do Brasil. Coordenada também pelo pastor Silas Malafaia, a manifestação terá como mote “Reaja, Brasil!”, e busca reunir cidadãos “inconformados com o atual cenário institucional” e “comprometidos com a reconstrução do Estado Democrático de Direito”. Apesar da adesão de aliados, o próprio ex-presidente Bolsonaro não poderá participar dos protestos porque está proibido, por decisão do Supremo, de sair de casa aos finais de semana.

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