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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Lula e o Holocausto: como a esquerda tenta justificar o injustificável

Petistas e aliados passam vergonha nas redes tentando emplacar uma reinterpretação da fala desastrosa do presidente

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 fev 2024, 10h38 | Atualizado em 9 Maio 2024, 10h13
Lula e o Holocausto: como a esquerda tenta justificar o injustificável Priorizar nos meus resultados Google

A repercussão da lamentável e desastrosa declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em que ele comparou a ofensiva de Israel contra o Hamas ao Holocausto levou aliados e políticos da esquerda ao difícil exercício de tentar justificar o injustificável. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, tomou a linha de frente no esforço de criar uma interpretação mais amena da fala absurda. “As palavras do presidente Lula foram claramente dirigidas ao governo de extrema direita de Israel, e não aos judeus, ao povo israelense, como tenta manipular Netanyahu”, publicou a deputada nas redes sociais.

https://twitter.com/gleisi/status/1759360154980483192

Outra tentativa de reinterpretar os comentários de Lula veio do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Paulo Pimenta – também pelas redes sociais, ele condenou a réplica de Netanyahu contra o presidente brasileiro como “fake news”. “As palavras do presidente Lula sempre foram pela paz e para fortalecer o sentimento de solidariedade entre os povos”, acrescentou.

https://twitter.com/Pimenta13Br/status/1759321065069666412

Além de Gleisi e Pimenta, as manifestações de apoio a Lula vieram de uma série de aliados e correligionários, como os deputados federais Érika Kokay (PT-DF), Lindbergh Farias (PT-RJ), José Guimarães (PT-CE), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP). Também se manifestaram os ministros Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas) – entre ontem e esta segunda-feira. Os demais chefes da Esplanada dos Ministérios se calaram sobre as declarações do presidente, o que certamente é a atitude mais sábia do momento, pois, no mínimo, de boca fechada, evitam se juntar ao cordão da vergonha.

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https://twitter.com/erikakokay/status/1759362344906334420

https://twitter.com/lindberghfarias/status/1759369295925035416

https://twitter.com/guimaraes13PT/status/1759395752206327978

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https://twitter.com/jandira_feghali/status/1759309820312563857

https://twitter.com/samiabomfim/status/1759265435000746456

https://twitter.com/pauloteixeira13/status/1759368840008311047

https://twitter.com/GuajajaraSonia/status/1759270568602243245

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