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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Lula criou ou elevou impostos 24 vezes, aponta manifesto de parlamentares

Documento lançado por frentes do Congresso ressalta que isso significa uma média de um novo aumento da carga tributária a cada 37 dias

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jun 2025, 11h17 •
  • Ao lançarem manifesto pela responsabilidade fiscal e contra a escalada tributária no Brasil, ao menos dezenove frentes parlamentares do Congresso Nacional afirmam em documento que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva criou ou aumentou impostos 24 vezes desde janeiro de 2023. “Isso significa uma média de um novo aumento de impostos a cada 37 dias”, registram.

    A coalizão de frentes parlamentares, que representa o setor produtivo do Brasil, conta com pelo menos 80% dos congressistas e é liderada pelo deputado federal Fernando Marangoni (União-SP). Apesar de o partido do parlamentar estar na base de Lula, o movimento ao pressionar o governo já dá indícios públicos de que boa parte dos partidos do Centrão não está animada com os rumos da gestão — isso a um ano praticamente do começo das eleições gerais.

    Pacote de Haddad

    Segundo Marangoni, a mobilização teve como gatilho o pacote anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), na segunda-feira, 9, que visa compensar o recuo no aumento do IOF. Uma das medidas do governo prevê o fim da isenção sobre títulos isentos de Imposto de Renda (IR). De acordo com o parlamentar do União Brasil, esses ativos passam a ter alíquota de 5%.

    “O governo federal continua equivocado ao querer arrecadar mais para equilibrar as contas do país. O setor produtivo não aguenta mais. Não podemos continuar a ser fonte inesgotável de imposto para cobrir a ineficiência e o gigantismo do Estado. Aliás, o IOF já estava todo errado, já que estamos falando de um tributo de regulação e não de arrecadação”, afirmou.

    Quatro pontos essenciais

    No documento, a coalizão cita quatro pontos considerados essenciais para melhoria das contas públicas e diminuição do peso contra setores produtivos: fim da política de aumento de impostos, redução imediata e substancial dos gastos públicos, reforma administrativa e foco na eficiência e na desburocratização.

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