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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Investida dos EUA contra o Pix é tema de reunião entre Alckmin e big techs

Responsável pelas negociações comerciais com o governo Trump, vice-presidente afirma que empresas dos EUA defendem 'Pix para todos'

Por Bruno Caniato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jul 2025, 13h07 • Atualizado em 22 jul 2025, 16h43
  • O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), se reuniu com representantes das big techs (gigantes de tecnologia dos Estados Unidos) para discutir a ofensiva do governo Donald Trump contra o Pix. O encontro ocorreu na segunda-feira, 21, em Brasília.

    “[As big techs] falaram que defendem o chamado ‘Pix para todos‘, e o importante é que tem que ser de graça”, declarou Alckmin após a audiência. O vice-presidente defendeu o sistema brasileiro de transferências eletrônicas como “um sucesso absoluto que facilitou enormemente a vida das pessoas”, acrescentando que as empresas do setor tecnológico são importantes investidoras no Brasil e que “nada impede que outras empresas também participem” do mercado de pagamentos digitais.

    Na semana passada, a Casa Branca abriu uma investigação contra o Pix sob alegações de prática de concorrência desleal no setor de pagamentos virtuais. Por meio do seu Escritório do Representante de Comércio (USTR, em inglês), o governo Trump acusa o sistema brasileiro de representar uma competição injusta com operadoras de transferências como Visa e MasterCard.

    O processo também interessa a gigantes tecnológicas como Meta, Google, Apple e Amazon, donas dos serviços WhatsApp Pay, Google Pay, Apple Pay e Amazon Pay, que cobram taxas para fornecer tecnologias semelhantes de pagamentos que, hoje, são oferecidas gratuitamente pelos bancos brasileiros através do Pix.

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    Segundo a Vice-Presidência da República, participaram da reunião representantes de Visa, Apple, Meta, Google e Expedia (site de compras de passagens e reservas em hotéis), além de integrantes dos ministérios da Indústria e Comércio (comandado por Alckmin), da Fazenda e das Relações Exteriores.

    Alckmin desconversa sobre tarifaço e diz que conversas ocorrem por ‘canais institucionais’

    Além do imbróglio sobre o Pix, esteve na pauta da reunião o tarifaço de 50% sobre importações brasileiras anunciado por Donald Trump em 9 de julho, e a possibilidade de tributação dos serviços digitais no Brasil pelo governo Lula. Questionado por jornalistas, Alckmin disse que as big techs “não tocaram no assunto da taxação” e que as negociações com o governo americano ocorrem “de forma reservada pelos canais institucionais”.

    Contudo, a Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) — entidade que representa diversas big techs no Brasil e participou da reunião de segunda-feira — informou, em nota, que o assunto foi discutido com o vice-presidente. A associação, no entanto, não divulgou o conteúdo das conversas com o governo brasileiro durante a audiência.

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