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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘Frouxo’ x ‘ladrão’: a pesada troca de xingamentos entre Lula e Bolsonaro

Mesmo sem citar nomes, presidente e ex-presidente fizeram referências ofensivas um ao outro em meio ao acirramento da tensão política em Brasília

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 jul 2025, 18h58 • Atualizado em 1 jul 2025, 18h59
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro se criticaram mutuamente, com xingamentos, na tarde desta terça-feira, 1º. Apesar do endereçamento claro das ofensas, nenhum dos dois citou o nome do adversário diretamente.

    “Nunca vou pedir pra vocês fazerem um Pix para mim. Nunca! Guarde o seu dinheiro para pagar para os seus funcionários. Eu não quero Pix. E jamais vou pedir anistia antes de ser condenado. Quem é frouxo não deveria fazer bobagem. Quem não tem coragem não deveria fazer bobagem. Quem não mede o erro das consequências não deveria fazer bobagem. Esse país está precisando de um pouco de seriedade”, declarou Lula durante o lançamento do Plano Safra 2025/2026, no Palácio do Planalto.

    O petista fazia referências ao antecessor lembrando da campanha de arrecadação de dinheiro via Pix feita pelo ex-presidente e do julgamento em que ele é reu no Supremo Tribunal Federal sobre uma conspiração para tentar um golpe de estado no final de 2022, após Lula vencer a eleição.

    Minutos depois, Bolsonaro foi às redes sociais e, também sem falar o nome do adversário, o acusou de roubar o Brasil. “Ladrão, faça algo pelo povo. Nos deixe em paz!”, escreveu na rede social X. A referência, ao que parece, é ao fato de Lula ter sido alvo da Operação Lava-Jato, pela qual foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e preso antes de os seus processos serem anulados pelo STF por vícios na tramitação.

    O episódio se insere em um contexto maior de briga entre governo e oposição bolsonarista. Também nesta terça, o clã Bolsonaro entrou na briga pela questão do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que o Ministério da Fazenda, de Fernando Haddad, deseja aumentar. Os três filhos mais velhos do ex-presidente, e ele mesmo, foram às redes sociais para criticar os petistas e dizer que eles são criadores de impostos.

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    A guinada petista começou a ocorrer na sexta-feira, 27, após sofrer a derrota do IOF no Congresso Nacional. Eles publicaram vídeos de uma campanha, feitos por inteligência artificial, que mostrava o povo brasileiro tendo que carregar muito peso, os impostos, enquanto os super-ricos não eram cobrados como poderiam pagar. O novo posicionamento levou a expressão “Congresso da Mamata” ficar entre os assuntos mais comentados das redes sociais nesta terça.

    “Por que ninguém cobrava estabilidade fiscal no governo passado? Por que ninguém cobrava o teto de gastos? Que foi possivelmente o momento mais irresponsável desse país? (…) Quando eu deixar essa Presidência, eu quero andar de cabeça erguida, olhar na cara de cada pessoa do agronegócio, empresário, setor farmacêutico, químico, bancário. Quero que vocês provem, se teve na história do Brasil um presidente da República que foi mais decente e digno com vocês do que foi esse governo. Duvido que vocês já tiveram”, também disse Lula no evento do Plano Safra .

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