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Por José Benedito da Silva
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Flerte com Tabata aprofunda a crise sem fim no PSDB de São Paulo

Ala que defende a reeleição de Ricardo Nunes criticou aproximação do partido com a deputada

Por Da Redação Atualizado em 9 Maio 2024, 19h55 - Publicado em 22 nov 2023, 17h02

O flerte do diretório municipal do PSDB de São Paulo com a deputada Tabata Amaral (PSB), pré-candidata à prefeitura da capital em 2024, aprofundou ainda mais a crise na sigla. Nesta quarta-feira, 22, Fernando Alfredo, afastado da presidência da legenda na cidade, divulgou uma nota em que repudia a aproximação.

Tabata deve se reunir com Orlando Faria, atual presidente tucano na capital paulista, na quinta-feira. Ela já vinha buscando espaço para dialogar com o diretório municipal, mas encontrava dificuldades, já que Alfredo é aliado do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e apoia sua reeleição. O partido está dividido sobre o apoio ao emedebista ou a possibilidade de uma candidatura própria em 2024. 

Em nota, Alfredo e outros membros afastados do diretório municipal afirmaram que o pedido de reunião de Tabata com “a executiva provisória e ilegítima do PSDB” demonstra “uma postura desrespeitosa” que desconsidera o legado de Bruno Covas e os processos democráticos internos da legenda. Ele reforçou o apoio dessa ala da sigla à reeleição de Nunes e criticou o presidente nacional tucano, Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. “Salientamos que Eduardo Leite não reconhecer a eleição de Fernando Alfredo como presidente do diretório municipal não lhe dá direito de fazer o que bem entende sem consulta às bases, desconsiderando a forma orgânica e histórica que se organiza o diretório municipal”, diz.

Em setembro, o PSDB estadual suspendeu a convenção municipal que havia reeleito Alfredo para o comando do diretório, após denúncias de que o dirigente teria afastado tucanos que não o apoiavam e promovido filiação em massa para conseguir ser reeleito. Na ocasião, Eduardo Leite nomeou Orlando Faria, tesoureiro estadual do partido, como presidente da comissão provisória na capital. 

Além da crise no diretório paulista, o PSDB enfrenta uma debandada de prefeitos e lideranças e uma briga judicial pelo comando nacional do partido. O novo presidente da sigla será escolhido na 16ª convenção nacional em 29 e 30 de novembro, em Brasília. 

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