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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘Eu quero mais que o Lula morra’, diz deputado do PL em reunião da Câmara

Gilvan da Federal (ES) foi relator de projeto que prevê desarmar a segurança pessoal do presidente e que passou em comissão da Câmara nesta terça-feira

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 abr 2025, 20h37 • Atualizado em 8 abr 2025, 21h15
  • O deputado Gilvan da Federal (PL-ES) disse durante reunião da Comissão de Segurança Pública da Câmara nesta terça-feira, 8, que quer “mais que o Lula morra”. A frase foi dita durante reunião do colegiado que aprovou um projeto de lei que prevê a retirada das armas dos seguranças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus ministros.

    “Eu quero mais que o Lula morra, quero que ele vá para o quinto dos infernos, é um direito meu. Não vou dizer que eu vou matar cara, mas eu quero que ele morra, que vá para o quinto dos infernos. Nem o diabo quer o Lula, por isso que ele está vivendo aí. Superou o câncer. Tomara que ele tenha uma taquicardia, porque nem o diabo quer a desgraça desse presidente que está afundando o país. Quero mais que ele morra mesmo”, disse o deputado.

    O projeto de lei, de autoria dos deputados Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), hoje presidente da comissão, e Delegado Caveira (PL-PA), foi apresentado em agosto de 2023. A proposta foi aprovada pela comissão por quinze votos favoráveis, oito contrários e uma abstenção.

    O texto ainda precisa ser aprovado por outras duas comissões da Casa, inclusive a de Constituição e Justiça (CCJ). Deputados da base governista presentes à reunião disseram que a iniciativa é claramente inconstitucional. É quase certo que os parlamentares apoiadores de Lula irão pedir a cassação do seu mandato.

    A justificativa dos autores do projeto — bastante questionável, diga-se — é que, como Lula e seu governo são contra a política de armamento da população, defendida na gestão Jair Bolsonaro, nada mais justo que as armas sejam retiradas da escolta pessoal do presidente e outros integrantes do primeiro escalão. O argumento, pela precariedade, dificilmente irá prosperar na Câmara.

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    Quem é Gilvan da Federal

    O autor da ofensa a Lula se chama na verdade Gilvan Aguiar Costa e usa o codinome Gilvan da Federal por ser policial federal. Ele tinha uma carreira pífia como político – não se elegeu deputado estadual pelo Espírito Santo em 2018 e conseguiu chegar a vereador de Vitória em 2020 com 1.560 votos.

    Aliado do senador Magno Malta (PL-ES), foi eleito deputado federal pelo partido em 2022 com quase 88.000 votos. Ele é conhecido por andar com uma bandeira do Brasil no ombro durante as sessões legislativas e reuniões de comissões.

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