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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘Essa delação deve ser anulada’, diz Bolsonaro após revelação de VEJA

Mauro Cid foi levado para depor à PF nesta sexta-feira, 13

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 jun 2025, 11h01 • Atualizado em 13 jun 2025, 11h29
  • O ex-presidente da República Jair Bolsonaro se manifestou na manhã desta sexta-feira, 13, para afirmar que a delação do ex-ajudante de ordens Mauro Cid deve ser anulada depois de VEJA revelar que o tenente-coronel do Exército mentiu em seu depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana.

    “Essa delação deve ser anulada. Braga Netto e os demais devem ser libertados imediatamente. E esse processo político disfarçado de ação penal precisa ser interrompido antes que cause danos irreversíveis ao Estado de Direito em nosso país”, disse Bolsonaro em trecho da publicação feita nas redes sociais.


    Bolsonaro está no Rio Grande do Norte para encontro entre aliados. O capitão da reserva classificou ainda a ação penal da suposta tentativa de golpe como perseguição. “– Isso não é Justiça. É perseguição. É uma caça às bruxas contra mim e contra os milhões de brasileiros que eu represento. Um processo movido por vingança, não por verdade”, citou. 

    Ainda na publicação nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que a trama golpista nunca existiu. “Chega dessa farsa. Não se constrói um país sobre mentiras, vingança e arbítrio”, registrou o ex-presidente. Bolsonaro é réu no processo que aponta para uma tentativa de golpe ao final de 2022, quando ele perdeu a reeleição para o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Havia, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), planos para assassinar o petista, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e o vice-presidente, Geraldo Alckmin.

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    Depois da publicação de VEJA, Cid foi levado nesta sexta para sede da Polícia Federal em Brasília para prestar esclarecimentos. Ele teve a prisão determinada, mas a decisão foi revogada na sequência.
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