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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Como reagiram os governadores presidenciáveis ao tarifaço de Trump

Aliados de Jair Bolsonaro, mandatários tentam creditar taxação a fracasso diplomático e ideológico do governo Lula

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jul 2025, 12h15 • Atualizado em 10 jul 2025, 12h56
  • Os governadores que já se colocam como presidenciáveis pelo campo da direita nas eleições de 2026 adotaram postura semelhante ao comentar o tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump ao Brasil, na última quarta-feira, 9. A estratégia de boa parte dos mandatários, aliados em maior ou menor grau do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem sido creditar a taxação a um fracasso do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

    Principal postulante para a corrida, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), declarou que a ofensiva americana é resultado da gestão petista ter colocado “ideologia acima da economia”. “Tiveram tempo para prestigiar ditaduras, defender a censura e agredir o maior investidor direto no Brasil. Outros países buscaram a negociação. Não adianta se esconder atrás do Bolsonaro. A responsabilidade é de quem governa. Narrativas não resolverão o problema”, disse Tarcísio.

    Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral, também fez críticas incisivas à diplomacia do governo Lula e, ainda, à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). “As empresas e os trabalhadores brasileiros vão pagar, mais uma vez, a conta do Lula, da Janja e do STF. Ignorar a boa diplomacia, promover perseguições, censura e ainda fazer provocações baratas vai custar caro para Minas e para o Brasil”, publicou. 

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    O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), seguiu na mesma toada: comparou a atuação de Lula ao governo de Hugo Chávez na Venezuela e disse que as represálias são consequências da “afronta gratuita” ao governo americano. Caiado também criticou a resposta do governo brasileiro, que foi firme em dizer que não aceitará extrapolações da soberania nacional, e defendeu a criação de uma comissão de parlamentares para “abrir diálogo” com os Estados Unidos.

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    “Lula e sua entourage tentam vender a tese da invasão da soberania do Brasil. Mas Lula não representa o sentimento patriótico do nosso povo, e muito menos tem credenciais para defender a soberania brasileira (…) O que nos cabe fazer diante da gravidade do momento seria a criação de uma Comissão de Parlamentares, da Câmara e do Senado, com a missão de abrir diálogo com o governo americano. E esclarecer ao povo dos Estados Unidos que não confundam declarações do Lula com o pensamento do povo brasileiro”, disse o governador de Goiás, um dos maiores produtores e exportadores de grãos do país.

    Ratinho Jr. (PSD), governador do Paraná, foi o único, dentre os presidenciáveis de direita, que ainda não se posicionou pública e diretamente sobre o tarifaço anunciado por Donald Trump.

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    Poucas horas após o anúncio, no entanto, o mandatário compartilhou trecho de uma entrevista na qual afirmava que não perde tempo “brigando” e dizendo que a população brasileira está preocupada em ter “paz” e “união”.

    Nesta quinta-feira, 10, Ratinho Jr. fez novas publicações sobre entregas de obras e sobre o desempenho econômico do Paraná.

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