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Maquiavel

Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Como os chefes do Congresso reagiram à nomeação de Gleisi para articulação

Petista deve assumir a Secretaria de Relações Institucionais no dia 10 de março

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 fev 2025, 15h26 • Atualizado em 28 fev 2025, 15h47
  • Os presidentes da Câmara e do Senado desejaram sucesso a Gleisi Hoffmann (PT) pela indicação da deputada para chefiar a articulação política do governo Luiz Inácio Lula da Silva. O anúncio foi feito pelo Planalto no início da tarde desta sexta-feira 28.

    “Sempre tive boa relação com ela no Parlamento. Desejo pleno êxito na nova função e continuaremos o diálogo permanente a favor do Brasil”, publicou Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara. Gleisi, inclusive, foi uma das apoiadoras da candidatura de Motta, sucessor de Arthur Lira (PP-AL), ao comando da Casa.

    A parceria entre ambos deverá ser colocada à prova nos próximos meses. Os antecessores de Gleisi e de Motta, Alexandre Padilha e Lira, respectivamente, tiveram relação marcada por rusgas públicas motivadas, principalmente, pelo controle de emendas parlamentares.

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    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também felicitou a petista e preconizou o trabalho em conjunto pelo país. “Fui comunicado pelo presidente Lula sobre sua decisão em nomear a deputada federal Gleisi Hoffmann para o cargo de Ministra de Relações Institucionais. Desejo muito sucesso nessa importante missão de dialogar com o Parlamento. Em nome do Congresso Nacional, reafirmo nosso compromisso em trabalhar sempre em defesa do Brasil”, publicou Alcolumbre em suas redes.

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    A escolha de Lula por Gleisi para a articulação política é considerada surpreendente, uma vez que boa parte do entorno do presidente apontava que o ministério mais provável para ela seria a Secretaria-Geral da Presidência, ocupada por Márcio Macêdo, e que faz a comunicação do Planalto com a militância e os movimentos sociais, público com o qual Hoffmann manteve diálogo constante nos mais de sete anos em que ocupou o cargo de presidente nacional do PT.

    O antecessor de Gleisi na articulação política, Alexandre Padilha, irá para o Ministério da Saúde, enquanto Nísia Trindade sairá do governo. Essas mudanças serão efetivadas em 10 de março, mas há ainda grande possibilidade de que Lula mexa no comando de outros ministérios.

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